Transpatagônia, Pumas Não Comem Ciclistas

17 de abril de 2018

R$54,00

Transpatagônia, Pumas Não Comem Ciclistas
Guilherme Cavallari
2015
336 páginas
16 x 23 x 2 cm
550 gr
Kalapalo Editora
ISBN 9788588493117

1478 em estoque


REF: 170

Categoria

Descrição

TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS não é apenas um diário de aventura. De forma pessoal e envolvente, o autor narra uma longa travessia feita de bicicleta por uma das últimas regiões do planeta a serem habitadas pelo ser humano. Ao longo do percurso, a obra mescla traços autobiográficos, considerações sobre a vida e extensa pesquisa histórica e cultural.  

Durante seis meses, Guilherme Cavallari pedalou sozinho por toda a extensão da Patagônia e da Terra do Fogo, no Chile e na Argentina, cruzando a fronteira entre os dois países 16 vezes, em pontos que mal constam dos mapas. Foram 6.000 km em 180 dias consecutivos, além de dezenas de noites de acampamento… Números que, no entanto, falam pouco sobre a verdadeira aventura da viagem: o autoconhecimento. 

TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é, acima de tudo, uma jornada pela alma – tanto do aventureiro e autor quanto da região que ele percorre sobre duas rodas e com a escrita. Despretensiosa e surpreendente, a obra mantém, desde o início, o olhar questionador e o compromisso com a sinceridade. E como diz o autor: “Em cima da bicicleta sobra tempo para filosofar…”.

O livro apresenta ainda 10 mapas detalhados de pontos do percurso e 28 fotos coloridas, além de tabelas minuciosas com o cronograma da viagem, lista completa de todo o equipamento utilizado, bibliografia e filmografia de referência.  

TRANSPATAGÔNIA também é o título de um filme-documentário de 60 minutos de duração dirigido por Cauê Steinberg, montado a partir das gravações feitas em campo durante a viagem. O filme foi vencedor do Prêmio do Público no Rio Mountain Festival 2014. O filme passou 18 meses em cartaz no NETFLIX, agora está disponível no GOOGLE PLAY e no I-TUNES. 

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Transpatagônia, Pumas Não Comem Ciclistas
Guilherme Cavallari
2015
336 páginas
16 x 23 x 2 cm
550 gr
Kalapalo Editora
ISBN 9788588493117

Comentários de quem leu TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS:

“Gosto da maneira como o autor se relaciona com a natureza e como ele conta sua história. Aliás, para mim foi uma grande revelação navegar pela sua narrativa leve, solta, real e rica em detalhes. Compartilho com Guilherme o modo rústico de viajar e perscrutar a natureza. O barco e a bicicleta viajam em velocidades semelhantes, naquilo que chamo de velocidade humana, aquela que é capaz de dar mais precisão à dimensão do tempo versus a distância. E tem outra coisa, Guilherme e eu sabemos que quando uma bike ou um pequeno veleiro chegam a um vilarejo, somos sempre bem-recebidos pois os veículos por si só já são nosso cartão de visita. As pessoas certas se aproximam e destes encontros acontece a essência da viagem. O livro TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é um documento raro e importante que trás dicas de trilhas e estradas que são fundamentais na vida de qualquer viajante. Graças à curiosidade e à coragem desse raro viajante temos esse excelente livro e guia de viagem. No mar, temos faróis para nos guiar, na Patagônia temos o livro TRANSPATAGÔNIA. Obrigado Guilherme!”
(Beto Pandiani, velejador profissional, palestrante e autor de seis livros) 

“TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS certamente será referência em literatura de viagem no Brasil, poucas obras tem o poder de transformação, informação e de inspirar o leitor a conhecer um novo mundo que Guilherme Cavallari conseguiu imprimir nas páginas de seu livro.”
(Elias Luiz, editor-chefe do site EXTREMOS)

“Mais do que um livro do segmento outdoor, é um apanhado histórico sobre o “fim do mundo “. Viajei pela Carretera Austral e por várias cidades, vilarejos e trilhas com o autor. Um livro sensacional!”. 
(Laudenir Xavier)

“Sempre com um olhar questionador e sincero, o livro narra a longa travessia e leva até o leitor uma extensa e interessante pesquisa histórica e literária. Um convite tentador para a próxima viagem”. 
(Sessão Cultura da revista GO OUTSIDE, novembro de 2015)

“A maior aventura é a busca pela felicidade. Assim é o livro do Guilherme Cavallari, uma viagem de aventura, cheia de questionamentos, inquietudes e surpresas. Peguei o livro pela manhã e só larguei a noite, inspirado para as minhas próprias aventuras…” 
(Valerio Dallolio)

“O livro, numa palavra, ou melhor, em duas palavras: é inspirador!”
(Paulo Vieira, ex-editor da revista VIAGEM E TURISMO e atual editor do site JORNALISTAS QUE CORREM)

“No todo, é um livro de viagem moderno. Ambientalismo, capitalismo, tecnologia e espiritualismo, tudo em cima de uma bicicleta. Não poderia ser mais século XXI, sem perder os laços com o passado e ao mesmo tempo ser uma homenagem ao poder do presente. A leitura também foi uma bela viagem! Obrigado!”
(Renato Kestener)

“O texto é inspirador e poético, as reflexões são profundas e verdadeiras, tocam a alma, conversam com o coração. Admiro a facilidade com que os aprendizados mais íntimos, a tristeza mais real, os desejos mais mundanos foram narrados. Lendo o livro, conectei-me com o mais profundo eu.”
(Antônio Calvo, diretor do ARMAZÉM AVENTURA e colunista do site EXTREMOS)

“O melhor livro de cicloturismo que já li!”
(Charles Zimmermann, aventureiro e autor do livro de cicloturismo TRAVESSIAS)

“TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS pode ser uma ou muitas coisas: um mergulho na aridez e na beleza de uma porção da Terra, com seus personagens, que parece fazer parte de outro planeta; uma reflexão sobre a vida e sobre o que construímos para vivermos dentro de uma zona de conforto particular; um momento de parada para olharmos para nós mesmos, questionando toda a bagagem que fazemos questão de carregar; uma oportunidade para aprendermos mais sobre a história dos nossos vizinhos; uma carona que pegamos com o autor para irmos mais longe; um convite para sua próxima viagem, ainda que não seja feita numa bike.”
(Amandina Morbeck, editora do site VIAJANDO COM AMAN)

“A escrita envolvente e direta transformou esse livro numa das melhores narrativas de aventura que já li.”
(Amandina Morbeck, editora do site VIAJANDO COM AMAN)

“A leitura me transportou para lugares desconhecidos, mas ao mesmo tempo pude me sentir lá, passando frio, calor, tomando lama na cara e desfrutando da hospitalidade de pessoas ricas, pobres, letradas ou não, mas sempre com histórias para contar.”
(Michael Strugale)

“Tem livros que leio duas vezes. Sim, logo após o fim da leitura, volto pra primeira página e recomeço, assim, emendada mesmo, a segunda leitura. Mas só alguns livros merecem essa segunda leitura na cola da primeira. E são aqueles livros que eu gosto muito. Mas muito mesmo! TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS mereceu essa distinção! […] E garanto que ainda vou ler uma terceira vez!”
(Luciano Vieira, editor do site BLOGDOLUBASSMAN)

“Um livro magnífico sobre uma região magnífica. Gostei muito. Parabéns!”
(Guilherme Gonzaga)

“Vou começar pelo final, onde o autor questiona se vai dar conta de transcrever para o papel tudo o que viveu durante seis meses cruzando a Patagônia. Afirmo, com todas as letras, que o Guilherme conseguiu muito mais do que isso! Conseguiu prender minha atenção, me divertiu, trouxe inspiração para novos projetos e a certeza de que nos lançarmos ao desconhecido é a melhor forma de autoconhecimento que existe. Embora soe clichê, o livro me fez viajar com o autor. E para mim, isso basta para saber que tenho um grande livro nas mãos! Parabéns… Que venham outros nessa mesma linha!”
(Fabio Fliess)

“O livro foi uma delícia de ser lido. Um depoimento sincero, claro; muito bem escrito mesmo. Deve inaugurar uma tendência nesse tipo de literatura no país por estabelecer esferas muito bem sustentadas e amarradas por uma estrutura literária repleta de humanidade.”
(André Gurgel, autor do livro MEU PRIMEIRO GPS)

“O livro me surpreendeu positivamente. E muito! Eu estava preparado para ler sobre uma aventura interessante, mas encontrei muito mais… Bem escrito, bem estruturado, a edição – papel, diagramação, imagens etc. – também me surpreendeu positivamente. Parabéns!”
(Armando Olivetti, editor, revisor e doutor em letras pela USP)

“TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS foi uma daquelas leituras em que a gente se transporta para o enredo, participa, aprende e quer ver tudo in loco. Esse livro está na minha estante ao lado de Amyr Klink e Shackleton.”
(Luiz Pelizzer)

“A leitura me fez viajar junto com o autor. Pude aprender, me questionar e refletir sobre muitas coisas. Por exemplo, sobre como nos afastamos e perdemos a nossa essência por estarmos cada vez mais afastados de situações desafiadoras e da natureza. Terminei a leitura com uma lista de anotações e uma vontade enorme de pegar a estrada.”
(Maximiliano Cunha)

“Bem escrito, verdadeiro, emocionante e didático. Uma narrativa como se fosse uma conversa na varanda com uma xícara de café nas mãos! É assim que posso classificar o livro! Obrigada!”
(Kátia Santos)

“TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS me emocionou por muitas vezes, não só pelo relato da viagem em si mas pela delicadeza da descrição dos detalhes. O livro me encorajou a realizar um sonho e seguirei na minha primeira viagem de bike. Obrigada!”
(Jaqueline Ferreira)

“Muito bem escrito, uma leitura muito agradável, sincera e honesta de uma viagem incrível. Super recomendo!”
(Márcia Shintate)

“A narrativa é impecável, o contexto surpreendente e o livro é inspirador.”
(Alexandre Honig Gonçalves)

“Um exemplo para a literatura de viagem e aventura brasileira. Cativante e emocionante.”
(Carlos Eduardo Roque da Silva)

“Ponteado de impressões e reflexões sobre os caminhos percorridos na bike e na vida, o livro é também filosófico. Inspirador. O livro não é somente sobre viajar de bicicleta e vai repercutir em todos aqueles que refletem sobre formas alternativas de se relacionarem com a passagem do tempo e com a posição do ser humano no espaço.”
(Vitaly Costa e Silva)

“Fantástico! Uma aventura com inúmeras aventuras dentro! Quanto mais eu lia, mais queria ler!”
(Marcelo Fortuna Mancinelli)

“Um prato cheio de aventura, um banho de cultura e uma longa estrada com muitas surpresas. O melhor livro de aventura que já li!”
(Diego Fernando)

“Esse livro é uma experiência única e agradeço por me possibilitar vivê-la. Agradeço de coração tudo o que aprendi com você, especialmente esse seu jeito de colocar seus pensamentos, seus valores e sentimentos. Que forma mais linda de ganhar a vida, iluminando o caminho das pessoas!”
(Antonio Carlos de Sousa Ribeiro)

“A narrativa é maravilhosa, em nenhum momento me senti entediado, pelo contrário, fiz a leitura em quatro dias. Os mapas foram essenciais para quem não conhece a Patagônia, muito bem feitos e elaborados. Os relatos historicos pareciam acontecer naquele exato momento.  Impressionante!”
(Henrique Caciquinho)

“É inspirador, dá vontade de pegar a bike ou a bota de trekking e sair desbravando aquelas trilhas. É revelador, pois você percebe que é possível se embrenhar naqueles rincões sem maiores consequências. É didático, pois você aprende muito sobre a região, suas particularidades, seus personagens. Parabéns pelo trabalho!”
(Suzi Vitoriano)

“Me senti como se estivesse com o Guilherme na garupa de sua bicicleta. Mas foi nos seus questionamentos de como encarar esta nossa vida onde mais viajei. Sem dúvida um livro que mexeu ainda mais no meu modo de pensar e, assim como o autor, assumi novos compromissos comigo mesma. Este livro fará parte da minha prateleira de vida. Gratidão pelos ensinamentos!”
(Wans Spiess)

“Viajei junto a cada pedalada. Adorei a história, a tabela de equipamento e a bibliografia. Um livro inspirador para todos, ciclistas ou não.”
(Alessandro Deretti, do canal BIKERAFTING)

“Esse livro é incrível! Recomendo a todos!”
(Reinaldo Recepute Freesz)

“É daqueles livros que você não consegue parar de ler. Com sentimento, descrições geográficas e históricas, o autor nos leva a conhecer a Patagônia. Os ventos, a chuva, os esforços para vencer obstáculos são descritos de tal maneira que parece que estamos pedalando com ele… Inspirador!”. 
(Claudio T. Falcão Cerca)

“Li o livro nas minhas férias na Patagônia. Valeu muito a pena! Além de me identificar com vários pensamentos do autor, pude conhecer muito da história de cada um dos lugares. Parabéns!”
(Tiago Favaro)

“Muito bom. Levei três dias pra terminar, lendo em ônibus praticamente. Toda a pesquisa sobre a região e as indicações de leitura deixaram o livro ainda mais interessante do que seria apenas com o relato da viagem. São três livros na verdade: sobre a Patagonia, sobre a viagem e sobre as reflexões que a viagem trouxe, além das várias deixas para pensarmos a sociedade. Parabéns pela obra!”
(Camilo Lisboa)

“Livro sensacional!”
(Enilson Almeida)

“Esses dias eu estava pensando… Pena que já li o livro! Porque ele é tão bom, tão bom, me fez viajar tanto, que eu poderia apagar a memória e ler o livro mais uma vez e ter as mesmas emoções de novo! Não tem um botãozinho de reset?”
(Katia Santos)

“Fiquei encantado com todos os detalhes do livro, parece até que eu mesmo fiz a viagem. Foi o tipo de leitura que me deixava ansioso para chegar em casa e poder ler mais e, no dia seguinte, eu narrava trechos do livro para os meus amigos. Após ler o livro me deu vontade de fazer uma viagem parecida.”
(Wendel Benedik Santos)

Gostei muito e cheguei a me emocionar várias vezes. O livro é inspiração pura, é liberdade em forma de palavras…
(Ayeska Hübner)

“Um ótimo trabalho, com certeza um dos melhores livros sobre a Patagônia.”
(Gabriel Bueno)

Muito bom e rico em detalhes. Excelente introspecção!”
(Lorenzo Teixeira)

Uma das melhores coisas que já li no gênero, não dá para parar!”
(Flávio Magalhães)

“O único problema do livro é que ele faz a gente perder a estação onde tem que descer quando começamos a ler no Metrô”
(Joseane Alves)

“Nunca tive o hábito de ler, mas esse livro é diferente, é inspirador! A gente acaba entrando na viagem. A narrativa é ótima! Parabéns!”
(Jorge Moreira)

“Uma experiência única! Uma aventura incrível que, com certeza, vai motivar muita gente a pedalar, fazer trekking ou simplesmente olhar o mundo com outros olhos. Parabéns! E já estou esperando seu próximo livro…”
(Adriano Goulart)

“Talvez o que mais tenha me surpreendido no livro foi o fato do autor ter conseguido trazer o leitor para muito perto. Não se trata apenas do relato de uma viagem exploratória de um ambiente geográfico um tanto inóspito no planeta e daquilo que se passa dentro do viajante que protagoniza a experiência, mas é principalmente uma viagem de exploração filosófica, que convida o leitor ao diálogo, e o incita a voltar-se ele também para dentro de si, e a conectar-se com questões universais do ser humano. Meus incansáveis parabéns pelo trabalho tâo belo!”
(Renata Araújo)

“Fico lisonjeado em ter esse livro em mãos e agradeço pelo conhecimento. O mais engraçado é ver as pessoas esticando os olhos para ler umas linhas de graça no Metrô. Gratidão por tudo!”
(Rodrigo Bueno Alves)

“Amei, amei, amei! Adorei muito mesmo! Li o livro como se estivesse conversando com um amigo de longa data, como se o autor estivesse contanto “causos” pra mim… Parabéns pela expedição e parabéns pelo livro!”
(Isabella Sarcinelli Vichi, editora do site LIDOLENDO)

“Devorei o livro em quatro dias! Sensacional! A escrita é envolvente, informal e muito rica em detalhes! Parabéns!”
(José Marques Filho)

“Sensacional! Parabéns pelos relatos, sinceridade e viagens filosóficas que só ajudaram a encorpar o livro!”
(Geraldo Coelho)

“Degustar esse livro foi como descobrir um Thoreau vivendo não em Walden, mas em Gonçalves/MG, ou receber a notícia de um Jack London paulistano refugiado em algum lugar da Serra da Mantiqueira… Uma obra fantástica sobre uma aventura real. Literatura de altíssimo naipe e profundamente humana. Não tenho como recomendar esse livro o suficiente. Leia, leia mais, leia de novo! E não me culpe se, no final, você estiver arrumando uma mochila rumo a Cochrane…”
(Alessandro Loiola)

“Que coisa boa de ler! Autor culto, mas simples. Profundo, mas acessível. Forte, mas sensível! Que prazer viajar na leitura com um escritor preparado. Juro, tive pena de acabar o livro!”
(Helen Hertzog)

“O melhor livro de aventura que já li. Misto de aventura, cultura, visão de mundo, observações filosóficas… Foi uma grande lição para mim. super indico!”
(Diego Fernando)

“Esse livro é precioso para todos aqueles que não querem apens colecionar roteiros e passar superficialmente por eles, mas sim, para aqueles que querem conhecer e sentir a magia de cada lugar… Isso sim é transformador na nossa vida!”
(Ana Sommacal)

“Excelente trabalho! Leitura dinâmica, fácil, recheada de fatos históricos e de personagens interessantes. Sucesso!”
(Alvino Lima)

“Além de nos contagiar com a narrativa, escreve sobre a história da Patagônia, pitadas filosóficas… Recomendo. Muito bom!”
(Julio Recchia)

“Maravilhoso livro! O relato é completo e inspirador para quem ama as bicicletas e a natureza. Aprendi demais sobre a Patagônia e a Terra do Fogo lendo esse livro. Parabéns!”
(Guilherme Lopes Soledade)

“Adorei o livro. Mais do que um relato sobre a Patagônia e a Terra do Fogo, ele nos inspira a pensar sobre qual vida queremos para nós. Mostra que é possível encontrar felicidade em coisas simples da vida. Parabéns pelo trabalho!”
(Emilio Scafura Lomonte)

“Fiquei encantado com a riqueza de detalhes, filosofadas, histórias, pensamentos, questionamentos, decisões, enfim tudo! Muito grato por proporcionar mais essa viagem em boa companhia.”
(Otávio Jyoti)

“Gostei muito! A riqueza de detalhes nos remete a viajar junto com o autor como cúmplices em cada etapa dessa longa travessia, contagiando a leitura e levando-nos com as belas paisagens, com personagens inusitados e, principalmente, com a história dos pioneiros que desbravaram cada local visitado. Uma verdadeira viagem no tempo e na imensidão da Patagônia! Parabéns e até a próxima aventura!”
(Pedro de Paula Santos Junior)

“Muito Legal acompanhar a viagem, decisões e questionamentos do viajante antes, durante e após a viagem! A leitura também é uma viagem, que nos estimula a buscar nossa própria viagem real na vida! Gostei do livro e recomendo!”
(Claudio Mamede Kestener)

“Livro muito legal, fácil de imagina as paisagens, mas acho que na realidade são melhores que na minha imaginação, só preciso assistir o documentário e encontrar meu espírito aventureiro.”
(Carina Lisette)

“Trabalho incrível. Texto riquíssimo, apaixonante. Obra para ler e reler!”
(Elaine Marques)

“Meus sinceros parabéns, pelo livro, pela aventura, pelas descrições de cada lugar. O livro é surreal, de uma sensibilidade incrível que me proporcionou reflexões profundas para a vida e também muitas risadas. Obrigada.”
(Karina Longo)

“Muito obrigado! Não simplesmente por compartilhas o que viveu, mas também por nos fazer pensar que há mundos e mundos em apenas um mundo.”
(Heron Soares Santos)

“É mais do que um relato fantástico de viagem, paisagens belíssimas, cultura. É uma viagem interna, de reflexão, de superação de limites mais psicológicos do que físicos.”
(Olívia Anjos)

“Não é apenas um livro informativo. É também um livro que permite o leitor sentir a experiência como se estivesse pedalando pela Patagônia. A leitura é formidável e vale muito a pena.”
(Gustavo Pereira)

“Viajei novamente para a Patagônia ao ler esse livro. Fiquei com saudades de tudo o que vi e até do que não vi, mas que foi descrito com beleza, sensibilidade e bom humor. Além do passeio imaginário pela Patagônia, passeamos também por suas histórias e as dos exploradores que se aventuraram por estas terras. O autor dá dicas de diversos livros e só me resta desejar, como Borges, que o paraíso seja um tipo de biblioteca porque a vida a curta para tantas viagens e leituras interessantes!”
(Luciana Vichino)

“É um tanto complicado saber por onde começar a falar sobre esse livro. Cada detalhe, cada aventura, cada travessia sem ponte, aumentava cada vez mais a minha vontade de estar al. E o mais incrível é que [o autor] conseguiu fazer com que eu me sentisse no meio da Patagônia mesmo estando entre quatro paredes. Foi como se eu tivesse visto um puma bem na minha frente, ou que tivesse conhecido nativos patagônicos, que tivesse acampado várias noites no frio e pedalado por toda a Patagônia, isso tudo sem sair de casa. Obrigado por me levar [nessa] viagem!”
(Stephane Dias)

“Muito mais do que uma aventura de bike e trekking, o livro é autoconhecimento. Sensacional! Realmente uma aventura de verdade, difícil de resumir. O livro tem tanta história boa e engraçada que só lendo mesmo! Parabéns pela coragem na aventura e pelo lindo livro!”
(Gabriel Felipe)

“Que leitura revigorante! Li em doses homeopáticas diárias, sempre que podia. E quando não dava, por qualquer motivo, ficava agoniado. O livro me proporcionava, com a descrição minuciosa de fatos históricos, pessoas, comportamentos e paisagens, um “teletransporte” para a Patagônia. Parabéns pela aventura e pela publicação!”
(Carlos Sacramento)

“Eu esperava apenas mais uma narrativa de viagem de aventura, estilo pelo qual sou naturalmente atraído. Porém, o texto nos leva a reflexões maiores sobre nossa vida em sociedade e sobre as necessidades de TER acima de SER. Demorei dois dias para ter coragem de ler as últimas cinco páginas. Eu queria simplesmente continuar viajando… Guilherme Cavallari é o Alexander Supertramp com final feliz.”
(Alberto Matinhago Vieira) 

“Curti muito! Li duas vezes!”
(Cesar Augusto Zandona) 

“Gostei muito do livro, muito bem escrito! Retrata muito bem a aventura e toda a parte emocional que evolui durante a viagem. Parabéns pela epopeia!”
(José de Oliveira Raft) 

“Não é apenas um livro que narra — brilhantemente — as aventuras e desventuras e um ciclistas solitário através de Patagônia e Argentina, a obra congrega, para além de elementos humanísticos, considerações filosóficas e extensa pesquisa geográfica, histórica e literária acerca da região arduamente percorrida.”
(Alexandre Honig Gonçalves – resenha publicada no Vol. 32/No 2 da REVISTA DE GEOGRAFIA da UFPE)

“Este é um livro de literatura de viagens excepcional, que deve ser lido com avidez e, só posteriormente, colocado a descansar na estante, bem ao lado de importantes autores, clássicos e contemporâneos, como: Orlando e Cláudio Villas Bôas, Amyr Klink, Almeida Garret, Carlos Carneiro, Cheryl Strayed, Paul Theroux, Antoine de Saint-Exupéry e Robyn Davidson, entre tantos outros expoentes dessa classe literária.”
(Alexandre Honig Gonçalves, resenha publicada no Vol. 32/No 2 da REVISTA DE GEOGRAFIA da UFPE)

“Muito bom mesmo!!! Recomendo. Não é só uma viagem. Há várias reflexões a serem feitas.”
(Roberto Simoni Filho)

“O livro é espetacular! Uma grande influência!”
(Felipe Soares)

“Gostei demais. Serve de inspiração. Recomendo!”
(Julio Recchia)

“Aventura fantástica, a toda hora me imaginava fazendo o percurso. Espetacular! Parabéns!!”
(Jair Ferreira Dantas)

“Um dos melhores livros sobre aventura que já li!”
(Carlos Santos)

“Um ponto muito enriquecedor é que além de vivermos o momento particular da aventura, que por si só é algo extasiante, somos imersos na história local. Parabéns e obrigado!”
(Marco Padua)

“História envolvente, narrada de forma clara com uma linguagem simples e passando as emoções da viagem, fazendo com que nos sintamos lá na Patagônia. Uma aventura inspiradora!”
(Renato Cancissu)

“Gostei muito! O livro me inspirou a buscar uma vida mais saudável e a aprender a andar de bicicleta!”
(Guilherme Lopes Soledade)

“Achei sincero e arrebatador! Parabéns!”
(Jeferson Corrêa)

“Instigante… Me fez pensar no estilo de vida que levo e a querer sair por aí desbravando terras selvagens… Ou não tão selvagens também, hehehe…”
(Adriana Zibetti)

“Muito inspirador e bem elaborado. As reflexões feitas no livro são muito valiosas. Vale muito a leitura.”
(Dionisio Carvalho)

“Um livro que te faz pensar sobre a briga entra um sofá e um selim.”
(Renato Bottino)

“Amei! Gostei muito da narrativa, das imagens e especialmente da visão budista de fundo. Lindo mesmo!”
(Maria Eduarda Giering)

“O livro é ótimo, a narrativa prende o leitor do início ao fim; é muito bem escrito. Tem pontos muito legais onde são expostos fatos históricos interessantes das cidades por onde o autor passa, além do ponto de vista pessoal (sentimentos, pensamentos, conflitos, decisões) que o autor teve durante a viagem. Genial! Leiam!”
(Pedro Zorzenon Neto)

“TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS nos proporciona uma excelente viagem. Já havia assistido ao documentário, mas o que mais me impressionou no livro foi que o autor noe leva a lugares de beleza exótica e muito possivelmente inexplorados, resultado de sua coragem e autossufifiência. Obrigado por proporcionar a degustação de tão boa leitura!”
(Max Rocha Quirino)

“TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é uma história verídica e repleta, onde o autor busca seus próprios limites, sempre adicionando-se a isso seu sensível olhar. A viagem não é uma busca pela felicidade, mas o leitor verá uma boa reflexão sobre o assunto. Leitura imperdível!”
(Luis Eurico Fontes de Araújo Soares, autor do livro de UM OLHAR BRASILEIRO SOBRE O ORIENTE MÉDIO)

“Leitura gostosa, mistura um pouco de história, geografia da região, curiosidades e a experiência pessoal de alguém que decidiu desafiar seus limites e explorar uma Patagônia pouco conhecida. A narrativa permite sentir um pouco do que foi essa aventura e inspirou uma das melhores viagens que fiz com meu marido!”
(Tatiana Peig)

“Livro bastante envolvente e de narrativa dinâmica. Foi difícil largar depois de iniciada a leitura. Os momentos de reflexão apresentados fazem com que repensemos alguns aspectos e noções que temos da vida, o que é fundamental para mantermos o pensamento crítico. Os levantamentos históricos também fazem a diferença.”
(Arthur Cavalcante)

“A narrativa única e minuciosa dos fatos permite à gente sentir as sensações e emoções. Quem gosta de aventura tem que ler! Muito bom! Parabéns!
(Ramon Teodoro Borges de Faria)

“Devorei TRANSPATAGÔNIA, PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS em uma semana, indo para o trabalho de ônibus. Pretendo ler novamente em algum lugar mais silencioso. O livro é incrível! Me senti viajando de bicicleta com o autor. Dois escritores me fazem viajar: Júlio Verne e Guilherme Cavallari. Obrigado por libertar minha mente!
(Maycon Rodrigues)

“Excelente livro! Não só pela descrição da viagem como também pela reflexão de prioridades e do que realmente vale da vida. Parabéns pela narrativa!
(Marcos Brito)

“O livro preza pela riqueza de detalhes na narrativa e a escolha das palavras na medida certa, proporcionando a real sensação de estar lá, no silêncio, no vazio, no frio, na natureza enfim… A viagem não somente narra as aventuras do autor, mas traz uma dose interessante de detalhes históricos sobre a região. Todavia, julgo que a maior viagem se fez no interior de quem pedalou (e leu…), pois reviveram-se sentimentos, afloraram-se questionamentos e desabrocharam novos olhares sobre a vida. Foi meu primeiro contato com a literatura de aventura e penso ter dado a largada na companhia correta. Obrigado, Guilherme, por ter me permitido viajar contigo…
(Marcos Daniel Longhini)

“Li e recomendo. Excelente livro!
(Osvaldo Oliveira Rodrigues)

“O livro é uma obra plena e muitíssimo interessante, com imensa riqueza de detalhes. Muito bom!
(Jorge Henrique Monteiro Martins)

“Achei fantástico! Uma história que extrapola a descrição das paisagens, das dificuldades e virtudes do caminho, contribuiu muito para o meu conhecimento sobre a região e me inspirou a focar minha próxima viagem da bike para lá.
(Paulo Durante)

“Gostei muito do estilo intimista, descritivo e remontando a histórias passadas de outros expedicionários na Patagonia. Desfrutei, me diverti e aprendi muito. Uma inspiração! A descrição técnica e os detalhes do percurso serão muito valiosos para a minha viagem cicloturística solitária.
(Marisa Fabiana Nicolás)

“Devorei o livro. Linguagem deliciosa e envolvente. Didático. Dá vontade de seguir os passos do autor.”
(Enilson Almeida)

“Sem palavras, simplesmente um livro para deixar em baixo do travesseiro e reler quantas vezes quiser. Se você ainda não leu o livro, não deixe de ler, tenho certeza que irá participar de cada detalhe da viagem.”
(Marco Brasil) 

“Excelente livro! Desperta o aventureiro que muitos de nós temos adormecido, além de provocar, fazendo com que cada um avalie seu estilo de vida. Muito importante também os detalhes e informações técnicas disponibilizados, que por experiência própria auxiliam muito e encorajam o aventureiro despertado!”
(Mauricio Bisso de Melo) 

“Gostei muito do livro. Além de ter ficado empolgado para fazer cicloviagem e conhecer a Patagônia, apreciei muito os comentários sobre as questões da vida do ambiente. Fiquei muito tocado com a questão do conforto, de como nos tornamos malemolentes pelo excesso de conforto e desperdiçamos tudo o que é orgânico. Muito obrigado pela instigante leitura!”
(Ronaldo Rabello) 

“Excelente narrativa, uma bela aventura que deixa qualquer um ir de carona pela forma como é descrita. Amo esse livro e a forma com que foi construído. Parabéns ao autor!”
(Lucas Silva) 

“Livro de cabeceira.”
(André Souza) 

“O livro é de uma riqueza de detalhes incrível, onde o autor narra sua jornada atravessando a Patagônia de bicicleta. Se você é um amante de viagens, trekking e aventura, esse livro é um prato cheio!”
(Rodrigo Braz, do blog UM/1lLIVRO)

“Muito bem escrito, como de costume nos textos de Guilherme Cavallari, esse com uma profundidade ímpar. O autor nos enriquece com informações sobre o roteiro e seus personagens. Imperdível para quem pretende visitar a região ou já esteve por lá. Isso sem contar a viagem de bike em si, com os sentimentos e emoções de um ciclista de 50 anos pedalando de forma autossuficiente. Recomendadíssimo!”
(Augusto Canabrava, fundador e diretor da loja NEPAL MONTANHISMO) 

“O livro narra encontros inusitados com personagens locais, encontros com pumas, travessias de rios sem ponte e a força do clima inóspito. Além disso, traz um profundo questionamento interior, descobertas pessoais e uma vasta pesquisa histórica e literária”.
(Alexandre Maia, do blog OLINDABIKECLUB) 

“Um dos livros mais inspiradores que li! Uma leitura leve e gostosa, como se estivesse conversando com um amigo de longa data. Através da descrição com riqueza de detalhes, como quem gosta de contar uma boa história, é possível imaginar cada lugar que o autor desbravou, acampou e conheceu durante meses.”
(Fernanda Sunega, blog NADA FRÁGIL) 

“Mais do que um relato de viagem, o livro é uma enciclopédia da Patagônia, onde o autor fala sobre a história da região, sobre os primeiros aventureiros, sobre suas lendas, sobre fatos contemporâneos e faz referência a vários livros sobre a região. O autor também faz uma viagem de autoconhecimento, fazendo uma reflexão sobre nossas escolhas e o sentido da vida. TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é o material mais completo sobre a Patagônia que há no Brasil, e todos que gostam de viajar e que um dia desejam fugir para o fim do mundo, a leitura do livro é obrigatória!”
(João Paulo Machado) 

“Indico pra todo mundo! Um dos melhores livros de literatura de aventura que já li! Um livro que ensina como uma viagem poe mudar nossa forma de enxergar a vida e nós mesmos.”
(Gabi de Toni, do blog DISCOSLIVROSENADAMAIS) 

“Li e recomendo. Leitura que prende.”
(Bruno Vieira)

“Que narrativa! Que espetáculo! Me senti pedalando pela Patagônia, me trouxe inspiração e reflexão, questionei vários aspectos da minha vida. Mudei de emprego e estou prestes a sair para me aventurar pelo mundo graças a esse livro. Obrigado!”
(Henrique Milan) 

“Que experiência incrível! Que história! Aos leitores de aventura, recomendo o livro!”
(Leo Resende) 

“Já li duas vezes, vou para a terceira. Leitura viciante. Você sente o vento como se estivesse pedalando na Patagônia junto com o autor.”
(Ricardo S. de Souza)

“Que viagem! Fui seguindo as pedaladas e passos no mapa por lugares por onde já estive. Deu vontade de ir para a Patagônia pela terceira vez! Parabéns pela narrativa de aventura, geografia, história e cultura! Grande abraço e obrigada por nos levar na garupa da bike por esse mundão afora.”
(Vania Andrade)

“Apresentando uma narrativa muito bem orquestrada por fatos históricos e pesquisas biográficas, o livro sopra vida nova aos Andes, apresentando suas rotas, caminhadas, vendavais, animais selvagens e acampamentos com céus estralados. Relato simples, sincero e apaixonante de uma aventura epopeica e altamente inspiradora.”
(Júlio César Simão da Silva) 

“O livro é fantástico! Muito bom! O autor consegue mesclar, de forma magnífica, viagem, história do lugar e reflexões sobre a vida”.
(Vicente Fritsch)

 “Li e recomendo! Excelente narrativa!”
(Marcos Antonio Valério) 

“Achei que seria apenas um bom relato de viagem sobre uma região que desperta meu interesse. Mas, ao ler o livro, já no começo, percebi que estava diante de literatura de rara qualidade. Aventura, história, cultura e reflexão, tudo muito bem encaixado em uma narrativa escrita com esmero e que tem ritmo perfeito.”
(Geraldo Maia Neto)

“TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é um livro marcante! Parabéns pela obra!”
(Paulo Rolim)

“A narrativa é uma delícia. Não dá vontade de parar de ler.”
(Barbara Pierobom)

“Não é só um relato de uma viagem, mas de vida e história. Muito obrigado por compartilhar essa experiência.”
(André Luis Alves Bezerra)

“O livro mudou a minha forma de viajar e até de encarar minhas aventuras. Tento observar e viver os lugares pela ótica romântica e crítica que senti durante a leitura do livro. Alguns meses após concluir a leitura viajei para a Patagônia chilena e argentina, com parte da bibliografia indicada pelo autor na minha bagagem, o que com certeza fez com que a viagem se tornasse uma expedição muito especial!”
(Rodrigo Boscato)

“Como praticante de mountain bike, a obra me fez olhar mais para o caminho e não somente o destino. O mais precioso está no durante, nas paisagens, experiências, pessoas com quem cruzamos e principalmente naquilo que encontramos dentro de nós mesmos, na busca pelo simples, necessário, essencial e justo. Obrigado!”
(Cleverson Bem) 

“O livro me trouxe à memória imagens da Carretera Austral, assim como do seu povo acolhedor, dos acampamentos, do relevo e das estradas sempre em obras, do maravilhoso parque Pumalín. Depois cruzando para o pampa argentino, as estradas isoladas, o terreno seco e dos ventos, que só quem já sentiu sabe que não tem como esquecer. E chegando à Terra do Fogo, as intermináveis estradas de rípio com quilômetros e quilômetros sem nada além das estâncias criadoras de ovelhas, as nuvens de pó e pedras, levantadas pelos carros e caminhões. Ótima leitura!”
(Alexandre Antonio da Silva)

“TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é muito mais que um relato de viagem de aventura, tem considerações com citações bibliográficas e resgata a história dos locais percorridos enriquecendo a obra. Instiga o leitor a querer saber mais, fazer consultas em mapas e a buscar novos livros relacionados ao tema.”
(Marlise Frotscher Milbratz)

“TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS além de ser um aprendizado cultural é transformador. Certamente as próximas aventuras serão planejadas com muita coisa dessa experiência em mente.”
(Caio Seixas) 

“Superou minhas expectativas. Uma narrativa muito rica! Dá pra sentir o frio e o vento! O livro não conta a história única e exclusiva de um ciclista e sim, de um povo que consegue tirar de uma terra estéril, muitas histórias e muita generosidade. O maior aprendizado dessa narrativa, pra mim, foi entender que uma viagem de aventura não é consumo e sim, uma oportunidade única de redescobrir o sentido da vida.”
(José Augusto Rosa) 

“Tive a incrível oportunidade de ler TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS enquanto cruzava a Carretera Austral. O livro é muito mais do que apenas um relato de viagem. Traz todo o contexto histórico dos lugares que eu estava percorrendo, além de contar com reflexões incríveis do autor sobre a vida e a viagem interna pela qual ele estava passando. A viagem não teria sido tão rica sem a companhia do autor.”
(Barbara Pierobom) 

“Narrativa incrível! Rico em detalhes vistos pelos olhos do escritor, informações históricas locais e personagens peculiares. Era como se eu estivesse fazendo a trip, tão contagiante que não dá vontade de parar a leitura. Um livro que deixo sempre à vista para que meu espírito aventureiro não durma.”
(Danilo Gusmão)

“Leitura espetacular! A Patagônia é um sonho de infância. Fui transportado diversas vezes para lá através da narrativa do autor. O livro ensina que uma aventura é muito mais conhecer a si próprio, do que apenas viajar para ver lugares e paisagens bonitas. Isso só me deixou ainda mais motivado a dar início às minhas próprias aventuras.”
(Filipe Santian da Rosa)

“Um livro para ser lido várias vezes. Na primeira vez, li em poucos dias. Muito bem escrito, com excelente conteúdo. Gosto muito da forma como o autor escreve levando sempre três frentes, a aventura em si, questões e reflexões pessoais, além da história que envolve a região. Passados poucos anos, li novamente. O prazer de ler é o mesmo, mas sinto o foco diferente, vou colocando alguns livros [citados] na lista de desejos para adquirir conhecimento sobre a história da região. TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS é pra ser lido várias vezes.”
(Helder Ribeiro) 

“Melhor livro que já li! Muito inspirador e fácil de ler!”
(Lucas Mabilia Bolson)

“Tive a oportunidade de ler TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS, bem como de assistir ao documentário. Sinceramente, achei que seria um mero passatempo. Tamanha foi a minha surpresa quando percebi que o autor não pretendia relatar a sua viagem a um lugar ainda inóspito. O livro é uma espécie de despertar para uma natureza adormecida em nós. Fazer-nos perceber que as coisas mais simples da vida certamente são as melhores, longe de tecnologias e facilidades. A introspecção é grande e nos faz pensar se o ritmo alucinante das cidades grandes realmente podem ser entendidos como evoluídos. Enfim, considero o Guilherme Cavallari um mensageiro de um novo pensar sobre temas que a nossa rotina segregou.”
(Marcel Aniz)

“Um dos melhores livros que já li. Parecia que eu tava viajando junto!”
(Anselmo Pereira Costa)

“Obra fantástica e inspiradora!”
(Mirena Ferragut Gallo)

“A narrativa é muito bem detalhada e a pesquisa histórica é fantástica! A determinação do autor em não poupar esforços, tanto ao pedalar quanto ao escrever, é relevante e surpreendente. O livro passa muita realidade e me fez pensar bastante em realizar também essa exploração. Uma bela obra!”
(Cesar Gandolfi) 

“Acabei de fazer uma viagem maravilhosa pela Patagônia chilena e argentina a bordo de um livro fantástico: TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS. Com um texto muito bem escrito foi possível perceber as sensações do autor ao longo de sua jornada por quase 6 mil km em condições bem próximas do extremo. Com passagens de tirar o fôlego, no faz refletir se realmente estamos conectados com a natureza. Recomendo a leitura e me senti estimulado a conhecer tão bela região do planeta.”
(Márcio Assis de Sá) 

“Através da narrativa do livro, fui transportado para dentro das paisagens, locais percorridos, passei frio e senti emoções como se lá estivesse. Amei essa viagem!”
(Felipe Aparecido Octaviano da Costa) 

“O livro nos transporta para a Patagônia e para a Terra do Fogo atuais, com uma descrição surpreendente da viagem do autor e também para a história da região por meio de muitas citações bibliográficas e informações sobre sua ocupação e desenvolvimento. Além disso, o autor trata com muita franqueza seus medos e questões pessoais, muitos deles comuns a todos nós. A maior virtude do livro, pra mim, é despertar no leitor a vontade de sair da zona de conforto e se aventurar!”
(Bernardo Schmidt)

“Li o livro muito rápido! Dá vontade de saber o  que vem depois da próxima curva. Se uma história do lugar ou uma reflexão do autor acerca da vida ou do momento. Me vi na forma do Guilherme pensar e refletir, misturando tudo (já que nossa cabeça vive fazendo links), religião, filosofia, política, cerveja, bike, trekking, amor, saúde, sustentabilidade, autoconhecimento, resiliência… Enfim, só a explicação disso tudo daria outro livro! Obrigado por compartilhar este universo particular!”
(Evandro Fachim)

“Livro sensacional, leitura leve e rica em informações, roteiros e cultura, uma aula de respeito à natureza e à vida outdoor e de superação. Indico a todos os aventureiros do Brasil!”
(Felipe Arendt)

“Gostei demais do livro! Gosto muito de viajar para lugares que sejam conectados com a natureza, conhecer as pessoas, a história das pessoas que moram no lugar e também a história das pessoas que por algum motivo deixaram seu legado no local. O autor faz isso brilhantemente! Literatura, aventura, história! Obrigada por compartilhar a sua jornada pela Patagônia! Foi incrível!”
(Janine Viezzer Nascimento)

“Muito mais que uma viagem externa, o livro é uma viagem interna. Para além disso, uma fantástica obra literária e com um toque científico. Sou viciado em literatura de viagem, filosofia e bicicleta e esse livro tem o melhor de todos esses elementos.”
(Rafael do Canto)

“A leitura de TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS me fez viajar mentalmente pelos desafios, paisagens e personagens tão bem descritos no livro, mas também de forma filosófica e reflexiva. Um verdadeiro estímulo ao espírito de aventura ao ar livre e sobre como vivemos e enxergamos o mundo. Acima de tudo, uma leitura de extrema sinceridade”.
(Bruno Negreiros) 

“Uma leitura agradável, que te transporta para cima de uma bicicleta e proporciona viver com detalhes a experiência, os sentimentos e conhecer a região da Patagônia. Este é um daqueles livros que te faz querer montar em uma bicicleta e se aventurar pelos mesmos 6.000 km percorridos pelo autor e passar as mesmas 82 noites acampado”.
(Rodolfo Roberto Tait Caleffe)

“Um dos melhores livros que já li. A capacidade de transmitir com as palavras o momento vivenciado pelo autor é sem dúvida inspiradora. Não é uma história de aventura. É muito mais. É cultura, história, política, aventura e sobre um modo de viver a vida que coloca nós leitores em um enredo de risadas, espanto, admiração e inspiração.”
(Leandro Vasconcelos) 

“Amei essa aventura! Amei cada palavra que descreve toda a gama de percepções e realidades dos minutos, horas e dias. Fui transportada para esse tempo de soltar-me da vida e viver o que o mundo nos reserva. A natureza é tudo! Nossa mãe e nossa vida!”
(Ana Cardeal)

“O autor nos conduz por uma corajosa aventura pelos incríveis e, às vezes, inóspitos cenários da Patagônia. Ele escreve de maneira leve e vai desenhando cenários na mente do leitor. Tenho profunda admiração pela sua habilidade com as palavras e seu espírito livre, aventureiro, consistente. Ler seus livros é embarcar numa viagem com muitas aventuras e aprendizados para a vida!”
(Paulo Marinho) 

“Em certo ponto do livro o autor reflete sobre se o livro que pretendia escrever chegaria a ser lido por alguém, ou se seria possível que tivesse o poder de influenciar alguém… A essa altura ele já deve ter essa certeza, mas fique com mais este bônus confirmando e agradecendo demais o seu empenho em compartilhar essa experiência tão extraordinária, e de uma forma tão generosa e sincera. Um relato desses é um patrimônio imenso pra toda a humanidade.”
(Lucas Pereira Bueno)

“O livro prende da primeira a última página e eu que não sou um leitor assíduo lí em dois dias sempre na espectativa dos proximos passos. Tive a oportunidade de conhecer alguns lugares da Patagônia que o autor passou e me fez relembrar muitas coisas boas. Parabéns pela dedicação!”
(Julio Cesar Godoi Milan)

“Meu interesse inicial no livro foi para me ajudar a planejar uma viagem de bicicleta para a Patagonia, contudo o resultado foi muito além disso! Sinto que irei em breve para reconhecer e não mais conhecer — talvez seja um absurdo falar isso. Entretanto, a descrição de Guilherme Cavallari sobre seus caminhos, relações pessoais, inquietações, felicidades, tristezas e reflexões leva o leitor a uma viagem sensacional. Adorei e não vejo a hora de ler os próximos títulos do autor.”
(Rafael Louzada)

“O livro é emocionante, verdadeiro e de um conteúdo fantástico.O autor mistura sua aventura com conhecimentos históricos de cada região, personagens atuais se misturam a antigos exploradores. A narrativa tem sentimento. Quando o livro estava terminando, tive aquela estranha sensação de quando estamos terminando uma trilha: uma mistura de alegria e tristeza, acima disso, gratidão!”
(Aníbal Corralo)

“Adorei o livro! A narrativa é muito rica nos detalhes. Assisti ao documentário também, um completa o outro. Viajo na viagem e isso é mágico. Gosto de leitura assim, onde aprendo sobre a geografia, a cultura local, o clima, as comidas. Parabéns!”
(Janete Porteiro Santarosa) 

“Repleto de informações históricas, geográficas, sociológicas e curiosidades de toda ordem, sempre com humor e otimismo, esse livre abra as portas da percepção para vermos um mundo a ser vivido. Esse é o tipo de bibliografia que te ajuda a tomar decisões. Gosto do jeito que [o autor] escreve, como narra os fatos abusando dos adjetivos.”
(Marcelo Silva de Oliveira) 

“Deliciosa leitura! Viajei junto com o autor. Gostoso saber da rotina dos moradores de cada região e saber da história dos lugares. Super indico!”
(Paula Goulart Maciel) 

“Um livro prá lá de gostoso de ler. Junto com o autor viajamos ao seu lado vivenciando as dificuldades, as belezas e o profundo conhecimento que ele tem desta região maravilhosa.”
(Anselmo Volpe) 

“A leitura permite aprender história, vivenciar as dores, chuvas e o frio, mas também receber o calor e o conforto de uma sopa ou café e, sobretudo, da satisfação da realização dessa odisseia do autor em cada uma de suas etapas.”
(Fabio Pogliani) 

“Muito bom! A gente sente o frio, a chuva, o vento junto com o autor. Uma grande aventura que nos carrega junto.”
(Régis Padoa) 

“Melhor livro de cicloturismo que já li. Gosto do jeito que o autor escreve, traz a vivência da bike, considerações pessoais, seu desprendimento, e o lugar. Depois que li, tive o privilégio conhecer um pouco da Patagônia Argentina e fiz um trechinho com bike alugada em Ushuaia. Não tinha como não lembrar do livro.”
(Juliana Carmesin) 

“TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS” é um ON THE ROAD livro de Jack Kerouac sobre duas rodas, onde o Guilherme Cavallari pode ser o Dean Moriarty ou o Sal Paradise, fica ao seu critério! É uma jornada intimista sem ser monótona, é uma aventura que reúne bike e trekking mostrando que é perfeitamente possível unir as duas atividades numa só jornada. A contextualização histórica é fundamental e coloca o livro em um outro patamar! Nos apêndices, a descrição da quilometragem diária é importantíssima para quem um dia gostaria de repetir a empreitada.”
(Hilário Bichels) 

“Em TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS, o autor nos coloca lá na Patagônia. É como ter o gostinho de saber como seria uma cicloviagem. O livro é um super convite para pensar/sonhar em uma aventura. Isso é o mais gostoso nessa leitura, acompanhar desde o começo a escolha do trajeto, a pesquisa, a história sobre o lugar, a decisão pelos equipamentos e a viagem em si. Um livro que tem uma parte cultural, relato de viagem, informação sobre preparo de uma cicloviagem e a história local.”
(Erika Koch, diretora de comunicação do CEU – Centro Excursionista Universitário, da USP) 

“O livro me transportou para a Patagônia, o que na minha visão de leitor e montanhista é essencial na literatura de aventura. Também estou planejando atravessar a Patagônia de bicicleta e a escrita proporcionou um conteúdo imagético incrível, além de auxiliar muito no planejamento, isso pela riqueza de detalhes e informações. Essencial para todo aventureiro que um dia pretende conhecer a Patagônia e Terra do Fogo.”
(Rodrigo Nunes) 

“O autor escreve com um fundamento e pesquisa muito aprofundada. Além de relatar sua aventura, ainda estuda a região em que está trilhando, trazendo a sensação para o leitor de estar viajando junto. Com muito respeito pelo povo, pela natureza e pela cultura locais. É um turismo que busca conhecimento e empatia com as pessoas do lugar.”
(Cristiano Castilho dos Reis) 

“Excelente livro!”
(Dennis Julian) 

“Gostei muito do livro, várias situações inusitadas e uma vontade grande de concluir a expedição sem esquecer as lições da vida.”
(Luis Macedo) 

“Excelente narrativa e aventura, com fluidez e desenvoltura. Muito estimulante e envolvente na belíssima Patagônia. Revigorante nestes tempos de pandemia. Recomendo a leitura.”
(José Capaz Dutra Cappai) 

“Ótimo livro! Narrativa, histórias, cultura local e muita reflexão.”
(Roberto Simoni Filho) 

“O melhor livro de literatura de viagem e aventura que já li!”
(John Fontelene Araujo) 

“Primeiro livro sobre cicloviagem que li. Nele, o autor conta sobre seus 180 dias pedalando e acampando pela Patagônia e nos transporta junto na jornada. Foi possível sentir o frio, o vento forte e gelado, as paisagens pelo caminho, os encontros e vivência com os moradores locais e o êxtase do encontro inesperado com o puma. Após toda a viagem o que mais me espantou foi descobrir que a jornada foi feita com uma bike aro 26, o que na minha opinião engrandeceu ainda mais a viagem. Uma leitura prazerosa e rápida.”
(Tiago Henrique Pereira)

“Livros de aventura estão entre as minhas leituras prediletas. Esse livro aumentou mais ainda minha vontade de conhecer esse pedaço da América do Sul. A obra me fez entender tanto a Patagônia quanto diversos fatos históricos da região. Até o Velho Oeste americano faz parte dessa história! O autor escreve com fundamento e realiza uma pesquisa muito aprofundada dos lugares que visita. Isso tudo trouxe prazer em ler e a sensação de estar viajando junto. Outra coisa que não posso deixar de falar é seu respeito pelo povo, pela natureza e pela cultura. É um tipo de turismo que busca conhecimento e empatia com as pessoas do lugar, nunca querendo levar ou impor a própria cultura para lá.”
(Cristiano Castilhos dos Reis)

“Guilherme Cavallari mostra, simplesmente, que é possível sair da matrix e viver. O livro é fantástico e tem uma riqueza de detalhes sem igual.”
(Thiago Torres) 

“Que demais esse livro! Sou apaixonado pela Patagônia e por isso consumo tudo que encontro sobre a região. Imaginava que o relato de um roteiro tão longo pudesse se tornar repetitivo, cansativo. Mas a cada novo rio ou bosque transposto, a cada acampamento, a cada descrição de paisagem eu ficava mais fascinado. E o livro vai muito além disso! Não só porque as contextualizações dos parques e regiões são muito ricas, com estudo e informação, mas também porque cada contato relatado com a população local, com outros turistas ou com os guardas de fronteiras, enriquece e humaniza demais a obra. Além disso, acabei a leitura com uma lista de novos livros e filmes para consumir.”
(Gian Oddi)

“Muito motivante a narrativa. Não só a viagem mas todas as conclusões que o autor teve em relação a humanidade e nossa condição me são bastante comuns. Obrigado por me trazer de volta o espírito de descoberta e o brilho nos olhos!”
(Claudio Furtado)

“Me senti como uma criança sentada no sofá de casa ouvindo histórias do passado enquanto a vida era vivida. De carona no bike-trailer subi montanhas e atravessei rios de bike a cavalo e a pé, atravessei oceanos de navio e conheci os gigantes do fim do mundo e sobrevoei desertos e montanhas. Uma viagem? Não. Um capítulo especial na vida do autor. Em suas palavras. Pessoas podem ser mapas do tesouro a seguir.”
(Elton Sousa)

“O livro é muito instigante, do começo ao fim. Daqueles que é difícil parar de ler. Às vezes temos que suspender a leitura por alguns momentos pra refletir e assimilar o que foi lido. São dicas valiosíssimas de viagem, história local, um conhecimento imbatível sobre história da aventura e da exploração em áreas remotas, misturado aos dramas pessoais do próprio autor, com reflexões muito profundas. Dá uma vontade inexplicável de viver a vida ao máximo.”
(Flávio Soffiati)

“Uma deliciosa e leve aventura em duas rodas e botas, onde o autor conta com muita propriedade de aventureiro profissional e hábil escritor vivências por uma das mais belas e inóspita região do nosso planeta. Aprendi sobre a história da colonização e desbravamento de regiões tão remotas e de clima tão hostil. Adorei e recomendo.”
(Ricardo Corrêa de Oliveira)

“Adorei o livro não só pelo tamanho da empreitada de bicicleta e o lugar magnífico que é a Patagônia, mas também por se tratar de um relato que expõe uma vivência rica de aprendizado, sensações filosóficas e existenciais com a natureza! O autor se preocupa não só em transmitir sua experiência sensorial, mas também expõe uma detalhada pesquisa histórica sobre cada local que se aventura. O que enaltece a ligação cultural e respeito local com a prática de aventura! Vale demais a leitura! Viva a aventura! Viva a vida!”
(Lucas Campos de Pontes)

“Um livro para ler e reler. Fiquei impressionado com a preparação do autor para as aventuras, principalmente no que diz respeito à bibliografia, em especial livros de aventura que contextualizam os lugares por onde o aventureiro passou. Mas o melhor são as viagens interiores, me vejo em muitos dos questionamentos e das filosofias que o autor faz em cima da bike.”
(Francisco Odilon Guazzelli Filho) 

“Gostei demais, não só pelo relato em si, mas pela parte histórica, que gosto muito, e também pelas reflexões sobre a vida. Uma leitura muito prazeirosa e enriquecedora. Parabéns!”
(Cristiano Anchieta Ferreira) 

“Sensacional! Eu li e reli vários trechos, tem tanta filosofia no livro que não cabe nas palavras! Do fundo do coração, é o melhor livro de aventura que já li! Amei a narrativa, a qual me surpreendeu demais! No início imaginava que seria mais como um relato de viagem, mas logo nas primeiras páginas o queixo caiu. E a maneira como o autor vai evoluindo e trazendo o autoconhecimento e ensinamentos da natureza lado a lado foi maravilhoso! Um livro incrível!” 
(Marina Campos)

“TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS trás uma imersão que nos propicia uma reflexão profunda sobre a vida! Sobre como ela não é feita de coisas, mas sim de experiências. Construída através de encontros, conflitos internos e externos, dificuldades e superações que nos podem ser exemplificadas pela vivência de uma aventura. Vivência que é brilhantemente descrita por Guilherme Cavallari. Ansioso para ler as próximas aventuras!”
(Mário Sérgio Dainez)

“Patagônia!
Transpassada;
Pedalada com muita dor.
Onde o frio e a solidão, cúmplices,
Travam um eterno confronto,
Contra a paixão e o calor.

Com sua bike puro sangue;
Cavallari segue, marcha!
O suor, de seus olhos, corre.
A Saudade se despe, toda nua,
Encontra o medo, quase morre!

Pumas rugem ao largo, impunes,
Não percebem o perigo eminente;
De cruzar com um hábil escritor
Que transforma perigos latentes
Em linhas suaves, com frescor!

De trás de cada fronteira,
Deixa amigos, silêncios e rastros.
Lagos azuis e verdes pastos.
Uma linha imaginária permeável
Vigiada por uniformes gastos.

Passo Mayer, o mais temido!
Yendegaia, o elo já perdido!
Terra de exploradores invencíveis,
Onde dormem pedras incríveis;
Bicicletas se cruzam, curiosas,
Carregando autores sensíveis.”

(Diego Bregolin)

“Leitor e escritor nato, Guilherme Cavallari nos acolhe e presenteia com descrições mais que detalhadas e comoventes da expedição, das expressões daqueles com quem cruzou caminhos e dividiu um pedacinho da vida, das infinitas montanhas da poderosa Cordilheira dos Andes, os esfumaçantes e imponentes vulcões, dos bosques e pradarias, da fauna, da história de cada personagem importante para aquele místico trecho de mundo. Um verdadeiro realismo mágico de aventura”.
(Alexandre Cardoso, autor do Blog www.alexcardodo.net) 

“Terminei a leitura com os olhos marejados, de uma felicidade tremenda e uma certa tristeza pelo fim do livro. Com essa poderosa escrita, Guilherme nos mostra como é essencial sairmos um pouco de nós mesmos, para nos enxergarmos melhor. Nem com todo conhecimento do mundo eu saberia descrever o que senti ao ler esse livro, mas o certo é que ele me ajudou a encarar sonhos, desafios, e a me reencontrar de uma forma que a muito eu não me encontrava. Usando as palavras do próprio autor (me perdoe a audácia): terminada uma viagem, eu preciso começar outra!”
(Túlio Ligeiro dos Reis)

Informação adicional

Peso 0.540 kg
Dimensões 23 x 16 x 2 cm

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