KM Total: 17,82
Metros subidos: 1.741 / descidos: 1.741
Tempo estimado: 7:30 a 16 horas
DESCRIÇÃO:
Essa trilha também é conhecida como “Variante do Paiolinho” e leva ao topo da Pedra da Mina (2.798 m), quarta montanha mais alta do Brasil, pelo acesso mais curto e rápido possível. Mas, “curto e rápido”, não significa “fácil e tranquilo”. Basta analisar os números da quilometragem total e dos metros subidos acumulados e descidos para entender que se trata de uma montanha alta e muito íngreme e, portanto, fisicamente muito exigente. Mas, uma vez lá em cima, a vista panorâmica do Vale do Paraíba e de montanhas vizinhas, como o Pico do Marins e o Pico do Itaguaré – que compõe a travessia MARINS-ITAGUARÉ (link para descritivo e fotos), mapeada no GUIA DE TRILHAS TREKKING (VOL. 2) – e das Agulhas Negras em Itatiaia, compensam qualquer esforço. Essa trilha também é usada com saída de emergência ou atalho para quem faz o Trekking da SERRA FINA (link para descritivo e fotos), também mapeado no GUIA DE TRILHAS TREKKING (VOL. 1).
Esporte praticado: Caminhada
Característica pessoal: Amador
Comentário: Fizemos a subida da Pedra da Mina este final de semana passado. A trilha é íngreme e longe, mas realmente vale a pena. Algumas dicas além do que tem na guia! 1. A estradinha de terra para subir até Fazenda Serra Fina é muito ruim, e se for molhado, acho que não sobe lá sem 4x4. A maioria dos carros lá foram 4x4, mas teve um Mille, um Passat (modelo dos anos 90) e o nosso Sandero Stepway. Os donos do Passat falaram que precisavam descer do carro e empurrar num trecho. Por sorte, o nosso Stepway subiu sem grandes problemas, mas temo pensar em fazer a estrada em época mais chuvosa. 2. Tem varias bifurcações não marcadas. O principal, onde vimos 2 meninos se perder (após gritar eles pegaram a trilha correta tbm), é após 1h25m. Depois de passar a bifurcação da panela, sobe numa cresta no meio do mato. Quando fechar as plantas cada vez mais, chega numa bifurcação e tem que pegar trilha da esquerda. A trilha da direita desce até um ponto de abastecer água (não é o último ponto de água). Depois do segundo topo a gente mesma se perdeu um pouco, porque há uma trilha que desce da cresta no meio dum bambuzal. Não faça isso: segue sempre na cresta, descendo no capim: o bambuzal é logo na frente antes da subida do terceiro topo (bom lugar para descansar: não vai encontrar muito mais sombra). 3. Usar calçado para terreno acidentado, rochoso e bem íngreme. A gente usou botas de montanha e não nos arrependemos desta decisão. Teve bastante gente fazendo a bate-volta num dia, mas assim perde os dois momentos (ou pelo menos um deles) melhores: o nascer e o por do sol, que são realmente lindos desde o cume (sobretudo o nascer do lado das agulhas). Faz muito frio no cume, mas vale a pena acampar!
Nota: