Trekking Pedra da Mina

27 de setembro de 2012
Trekking Pedra da Mina

KM Total: 17,82
Metros subidos: 1.741 / descidos: 1.741
Tempo estimado: 7:30 a 16 horas

DESCRIÇÃO:

Essa trilha também é conhecida como “Variante do Paiolinho” e leva ao topo da Pedra da Mina (2.798 m), quarta montanha mais alta do Brasil, pelo acesso mais curto e rápido possível. Mas, “curto e rápido”, não significa “fácil e tranquilo”. Basta analisar os números da quilometragem total e dos metros subidos acumulados e descidos para entender que se trata de uma montanha alta e muito íngreme e, portanto, fisicamente muito exigente. Mas, uma vez lá em cima, a vista panorâmica do Vale do Paraíba e de montanhas vizinhas, como o Pico do Marins e o Pico do Itaguaré – que compõe a travessia MARINS-ITAGUARÉ (link para descritivo e fotos), mapeada no GUIA DE TRILHAS TREKKING (VOL. 2) – e das Agulhas Negras em Itatiaia, compensam qualquer esforço. Essa trilha também é usada com saída de emergência ou atalho para quem faz o Trekking da SERRA FINA (link para descritivo e fotos), também mapeado no GUIA DE TRILHAS TREKKING (VOL. 1).

Trilhas são caminhos orgânicos, vivos, primeiras testemunhas de nossos passos na Terra. Todo caminho nasce de uma trilha. Todo caminho guarda em si o DNA de sua origem. Antes de visitar qualquer trilha publicada em nossos livros, aconselhamos a visita a sua página nessa sessão. Leia os comentários de quem já esteve lá, verifique se houve alteração nos roteiros. Depois de fazer uma de nossas trilhas, escreva aqui seus comentários e ajude a manter nossos títulos atualizados. A comunidade Kalapalo agradece…

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Um comentário »

  1. Andrew

    Esporte praticado: Caminhada

    Característica pessoal: Amador

    Comentário: Fizemos a subida da Pedra da Mina este final de semana passado. A trilha é íngreme e longe, mas realmente vale a pena. Algumas dicas além do que tem na guia! 1. A estradinha de terra para subir até Fazenda Serra Fina é muito ruim, e se for molhado, acho que não sobe lá sem 4x4. A maioria dos carros lá foram 4x4, mas teve um Mille, um Passat (modelo dos anos 90) e o nosso Sandero Stepway. Os donos do Passat falaram que precisavam descer do carro e empurrar num trecho. Por sorte, o nosso Stepway subiu sem grandes problemas, mas temo pensar em fazer a estrada em época mais chuvosa. 2. Tem varias bifurcações não marcadas. O principal, onde vimos 2 meninos se perder (após gritar eles pegaram a trilha correta tbm), é após 1h25m. Depois de passar a bifurcação da panela, sobe numa cresta no meio do mato. Quando fechar as plantas cada vez mais, chega numa bifurcação e tem que pegar trilha da esquerda. A trilha da direita desce até um ponto de abastecer água (não é o último ponto de água). Depois do segundo topo a gente mesma se perdeu um pouco, porque há uma trilha que desce da cresta no meio dum bambuzal. Não faça isso: segue sempre na cresta, descendo no capim: o bambuzal é logo na frente antes da subida do terceiro topo (bom lugar para descansar: não vai encontrar muito mais sombra). 3. Usar calçado para terreno acidentado, rochoso e bem íngreme. A gente usou botas de montanha e não nos arrependemos desta decisão. Teve bastante gente fazendo a bate-volta num dia, mas assim perde os dois momentos (ou pelo menos um deles) melhores: o nascer e o por do sol, que são realmente lindos desde o cume (sobretudo o nascer do lado das agulhas). Faz muito frio no cume, mas vale a pena acampar!

    Nota:

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