Transmongólia: Gengis Khan na Garrafa de Vodca

30 de outubro de 2020

R$74,00

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Categoria:

Descrição

Durante séculos, a Mongólia foi sinônimo de perigo e mistério. Terra de guerreiros invencíveis, cavalos indomáveis e mísseis soviéticos. Sua cultura nômade e ancestral se manteve intocada até pouco tempo atrás. Nessa obra, Guilherme Cavallari cruza de bicicleta, sozinho e autossuficiente, a terra de Genghis Khan na sua maior extensão. O livro narra essa aventura e conta a história do país de dentro para fora, a partir de um olhar sempre curioso, de pernas incansáveis, de extensa pesquisa histórica e de grande capacidade de percepção. O texto tem o poder de transportar o leitor para cenários exóticos da Ásia e para recantos íntimos da mente do autor. Uma vez aberto, um livro difícil de largar.

Por 78 dias, com 58 acampamentos selvagens, percorrendo 3.633 km em cima de uma bicicleta, o autor cruzou a Mongólia do extremo oeste ao extremo leste, passando pelo extremo norte. As descobertas, surpresas e encontros inusitados da travessia se misturam a descobertas e surpresas pessoais, interiores. A narrativa traz ainda uma vasta e interessante pesquisa histórica e cultural, traçando para o leitor um cenário físico e psicológico do país visitado e sua rica cultura. 

Veja álbum de fotos da Expedição Bikepacking Mongólia, que gerou o livro: https://www.kalapalo.com.br/fotosf/fotos-expedicao-mongolia-bikepacking/

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Transmongólia: Gengis Khan na Garrafa de Vodca
Guilherme Cavallari
2020
302 páginas
16 x 23 x 2 cm
490 gr
Kalapalo Editora
ISBN 9786599198502

Comentários de quem leu TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA:

“Infelizmente, acabei de ler o livro. Foi um grande prazer. Interessante como, às vezes, eu tinha a impressão de estar lendo Julio Verne novamente. Muito curioso. Parabéns! Aguardo ansioso o próximo!”
(Attila Fenyvesi) 

“Sou entusiasta do assunto. Já fiz cicloturismo e sempre tive ótimas experiências. Com a leitura de TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA fiz junto um pouco da viagem. A minha viagem. Aí que está a graça! Não tenho condições de fazer a viagem física, mas na minha imaginação aproveitei alguns “retratos” do caminho. Só tenho a agradecer ao autor pelos relatos, informações, insights e inspiração para minhas pequenas aventuras. Já na espera do próximo livro.”
(Roberto Migliavacca) 

“Uma narrativa extremante erudita, porém absolutamente cristalina e deliciosa, que mantém o leitor em suspense enquanto a expedição se desenvolve. O autor consegue de forma magistral entrelaçar a história e os costumes do povo mongol, às suas próprias experiências enquanto percorre o país de bicicleta. Quem sabe Guilherme Cavallari não pendura mais uma bolsa na sua bicicleta mágica para carregar os seus leitores consigo na próxima aventura?”
(Fábio Carminati) 

“O relato é apaixonante e fluído. A Mongolia de hoje cruzando com a Mongolia de ontem. Tudo marcado nas pedras, nos rostos, nos costumes, nas memórias vivas de museus e nas conversas do povo. Fiquei impressionada com o tanto de informação que o autor reuniu para iniciar a viagem e o tanto de informação que resultou desse filtro todo. Viajar é a forma, o modo de Guilherme Cavallari realizar quem ele é; estabelecer os pés na terra, seu lugar no mundo. Fui ate o final da viagem me inspirando internamente. A leitura foi um mergulho longo e profundo. Saí mais viva. Agradeço a entrega nessa experiência emocionante.”
(Fátima Fernandes)

“Se Gengis Khan conquistou um império a cavalo e flechas, o autor conquista a Mongólia em uma bike e conquista os leitores com uma narrativa que mescla a descrição impecável da aventura vivida, aulas brilhantes sobre a história e cultura milenar de um povo e nação e versa ainda sobre reflexões intimistas, abordando temas sociais, locais e mundiais. A aventura é destilada em palavras que aquecem o conhecimento e estimulam. Abdicarmos do conforto para adquirir a rústica e verdadeira riqueza que experiências como esta são capazes de proporcionar. Uma obra de aventura e cultura obrigatória!”
(Fabio Pogliani)

“Sou fã do estilo do autor que faz a gente viajar junto, compartilhando cada uma de suas emoções, sensações e sentimentos. Somado a tudo isto somos agraciados com um pouco da história da Mongólia, seu povo, sua simplicidade, riqueza da vida nômade, além de inúmeras curiosidades sobre os mais variados locais.”
(Pedro Santos Jr.) 

“Mais uma vez Guilherme Cavallari, com suas descrições fiéis, nos faz imaginar e até acreditar que ao invés de estarmos em casa lendo estamos dentro de uma barraca ou numa tenda nômade no meio da estepe mongol. O livro cultiva a mesma essência do título TRANSPATAGÔNIA: PUMAS NÃO COMEM CICLISTAS, com muita aventura, muitas dicas e muita transparência de como é a verdadeira Mongólia, sempre com histórias fascinantes sobre o país e uma pitada de bom humor. Incrível o poder que essa leitura teve de fixar meus olhos por dias consecutivos. Espero ansiosamente que também tenha o documentário.”
(Anselmo Costa)

“O livro superou minhas expectativas. Além de conduzir sua bicicleta pelos caminhos percorridos, a bagagem cultural sobre as localidades são o diferencial nesse livro fiel e repleto de energia boa. Todos temos nossa “rota da seda” a seguir. Assim, espero que Guilherme Cavallari continue tendo energia e condições para seguir sua “saga de aventureiro” e nos propiciar leituras fantásticas como essa.”
(Ursino Santos)

“TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VOCA é uma experiência mui agradável, completa, saborosa e bem amarrada, através da qual podemos acompanhar a evolução do autor e seu crescimento físico e espiritual. Tudo sem abandonar o bom humor que lhe é característico e principalmente sem tirarmos os pés da realidade como a conhecemos.”
(Diogo Borges de Mattos Carneiro)

“Foi daqueles livros que você não consegue parar de ler. Muito divertido, ótima narrativa, apresentando com brilhantismo a história da região bem como os conflitos interno de qualquer pessoa que não está neste mundo a passeio.”
(Hamilton Lacerda) 

“A narrativa em primeira pessoa, mais que um relato do mais bem preparado para tal façanha, trás elementos que se vê só nas grandes obras literárias. Pude mentalmente pedalar por terras distantes, graças à habilidade do autor de estudar, previamente, a cultura e geografia local. Como ciclo-aventureiro que sou, louvo essa magnânima aventura e espero ansiosamente, pela próxima!”
(Professor Arnaldo Farias)

“Sempre dá satisfação quando a gente sente que aprendeu alguma coisa sem se entediar. O estilo de escrita do autor é bem interessante, gosto de como ele combina dados históricos com relatos das experiências e interações com as pessoas. Dá pra sentir que o autor estava em uma fase diferente da vida de suas expedições e livros anteriores. Uma evolução bonita e despretensiosa.”
(Jen John Lee)

“Acompanho o trabalho de Guilherme Cavallari há mais de 15 anos. Nesse tempo pude perceber o amadurecimento do escritor e a formação de características típicas em suas obras, o mergulho na filosofia e na história do lugar explorado, simultâneo ao mergulho na aventura em si. TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA nos leva junto nas duas explorações: a do país exótico de povo nômade, cuja história podemos aprender um pouco, e a exploração interior. No processo, como leitores, buscamos em nosso interior as perguntas e respostas que o texto instiga.”
(Luciano Vieira) 

“Fiquei impressionado como o contexto histórico. Achei admirável a sinceridade e vulnerabilidade do livro. Obrigado por compartilhar tudo isso a gente!”
(Marcio Diogo Filho) 

“TRANSMONGÓLIA é, de novo, mais um sucesso do autor! Fui transportado até os locais e vivenciei tudo. Sofri com taquicardia e frio no estômago. Fui à loucura! Me diverti, me emocionei, me questionei e revisei valores morais. Sendo imparcial, julgo o trabalho como cinco estrelas! O livro é bem confeccionado, papel de qualidade, fotos impecáveis. O problema pra mim agora é: o que vou ler sobre aventura? O próximo livro do autor espero que tenha umas 400 páginas!”
(Lucas Corrêa da Silva) 

“Leitura fácil, detalhes simples e reais. O autor estava atento aos acontecimentos à sua volta na aventura. Encontrei pontos de reflexão na leitura sobre o que estamos vivendo em nosso país, como o excesso de consumo e de posse de bens, e como isso afeta diretamente nosso estilo de vida. Obrigado!”
(Felipe Lara Garmila) 

“Leitura impactante, supermotivante. Pena que só tem 300 páginas, não dura nem dois dias, hehehe.”
(Cesar Rocha) 

“A narrativa não trata apenas de uma grande aventura, vai muito além. Retrata de forma humana que a experiência do isolamento e a renúncia ao conforto são capazes de nos trazer de volta à nossa origem como seres humanos, onde o que nos torna iguais são as necessidades básicas, como água, alimento e abrigo. Da mesma forma é uma obra rica em história sobre o povo mongol, seus hábitos e cultura. De fácil leitura, a narrativa leva o leitor junto por todo o caminho. Obrigado por compartilhar essa experiência.”
(Samaroni Zappe)

“Parabéns pela excelente obra! Viajei pela Mongólia sentindo a hospitalidade mongol, o calor infernal dos dias, o odor de vodca dos nativos e nas garrafas jogadas pelo caminho, a dificuldade de travessia nas terras alagadas, tudo adicionado à história do lugar! Ah, sem faltar a pitada de humor característico do autor! Adorei!”
(Andréa Rezende Marcos) 

“Um melhores livros de aventura que eu já li, ao lado de grandes clássicos como ENDURANCE e A VIAGEM DO LIBERDADE. É incrível a forma como o autor descreve sua viagem não só física, como também cultural, lançando um olhar brasileiro sobre algo aparentemente tão distante, procurando sempre reduzir o excesso de preconceitos criados por nós, ocidentais. O autor observa os detalhes das pessoas e dos cenários e os descreve com tanta riqueza que é possível se sentir ali ao seu lado, pedalando pelas estepes.”
(João Teodoro Sousa de Paula)

“Que livro! Fica difícil adjetivar o que senti. No começo, talvez pela grande vontade de querer devorá-lo, fui atropelado pela minha própria ansiedade. Esperei uns dias para retornar à leitura e dessa vez entrei no espírito da aventura. Que mundo maravilhoso o autor nos apresenta nas suas pedaladas! A riqueza de informações, relatadas com leveza, é incrível! Que delícia! Agradeço por mais essa oportunidade de uma ótima leitura.”
(Ivan Mello)

“Tive que me conter para não ler tudo de uma vez só. Consegui degustar o livro em quinze dias. A narrativa é excelente, para aqueles apaixonados por geografia e história como eu, é uma obra prima!”
(Fernando Galando)

“Uma narrativa que mistura aventura, autoconhecimento e aprendizados de história e cultura de um país pouco explorado nas mídias. A cada trecho que o autor percorria, vivi juntamente com ele as expectativas, comemorações e frustrações de estar num país de língua e costumes totalmente diferentes dos nossos. Mas, acima de tudo, isto levou a perceber que independente de onde vivemos ou da nossa cultura e formação, as alegrias, objetivos e desejos são os mesmos, são universais.”
(Danielle C. Gontijo)

“A experiência in loco do autor e a interação com a população local são elementos muito enriquecedores no livro, com o saboroso tempero da compilação de história, geografia, arte, literatura, etc. As reflexões, já delineadas por Guilherme em outras obras, foram novamente impulsionadas. Parabéns pela obra! Fico contente em saber que um novo projeto semelhante se encaminha rumo à Cordilheira dos Andes. Tenho certeza que será outra obra inspiradora, seja pra quem escreve ou para seus leitores.”
(Cleverson Kevin)

“Um dos melhores livros de aventura que já li! Uma narrativa cativante que leva o leitor junto na bicicleta. Sofremos os perrengues da estrada e nos encantamos com as paisagens e com a cultura mongol. O livro traz uma profunda e bela reflexão sobre as diferentes formas de ver o mundo, além de histórias muito engraçadas vividas pelo autor que nos fazem dar boas risadas. Adorei as histórias das crianças mongóis!”
(Ricardo Bueno de Paula) 

“O autor descreve de maneira fácil os mais diversos episódios, seja de calor, frio, êxtase, cansaço ou raiva. Há no livro também uma autorreflexão interessante sobre o que realmente é necessário para que possamos viver confortavelmente. Aguardo ansioso o próximo trabalho de Guilherme Cavallari.”
(Tiago Henrique Pereira)

“O principal nesse livro, para mim, são as histórias por trás das pessoas que o autor encontra pelo caminho. Os fatos históricos da Mongólia, a história e as lendas que envolvem Gengis Khan, arqueologia, geografia, culinária, política, saneamento básico são alguns dos assuntos abordados ao longo da obra. Não pude deixar de ficar nervoso com os problemas que foram acontecendo pelo caminho… Achei que o nosso escritor poderia não voltar inteiro de lá. Um belo livro, muitos insigths e uma baita aventura!”
(Cristiano Castilhos dos Reis)

“Livro bom, sabemos, quando vai chegando ao fim, começa a dar um aperto no coração de quem está lendo, quase uma dor. Isso tanto é verdade que, não raro, reduzimos o ritmo da leitura, passamos a prestar ainda mais atenção nos detalhes, inventamos uma parada para lanche, essas coisas. Mais ou menos como quando estamos comendo uma fatia de torta daquelas molhadinhas, boa demais: tudo que se deseja é que não acabe, que o tempo não passe, que reste um bocadinho mais. Foi mais ou menos isso que senti há pouco, quando terminei a leitura do “Transmongólia: Gengis Khan na Garrafa de Vodca”, de Guilherme Cavallari, pela Editora Kalapalo (2020). Por quê? Basicamente porque ele narra, em pouco mais de 300 páginas, com um estilo que lhe é peculiar (já falo disso), como fez para percorrer, de bicicleta, e, segundo seu mantra, de forma autosuficiente, 3.633 km a longo da mítica e distante Mongólia. Vai por mim: vale muito a pena a leitura; é perrengue em cima de perrengue e motivos de sobra pra se desejar não pedalar por aqueles lados, pelo menos não daquela forma assim tão solta, ousada. Mas, também — e aqui vem o mágico da coisa, com a leitura vem toda uma vontade de se conhecer, de perto, este país a um tempo tão longe e fascinante, tão cheio de personalidade, suas gentes, costumes, paisagens e belezas tantas. O lance do estilo a que me referi aí em cima tem a ver com uma quase obsessão de Cavallari por contexto histórico, como tem feito desde o mítico “Transpatagônia: Pumas Não Comem Ciclistas” (Kalapalo, 2015): não há página sem uma referência, um dado, uma informação histórica, o que, somado à fruição estética, empresta ao livro um certo caráter pedagógico, mais que necessário aos que, ainda hoje, reduzem a Mongólia à figura de Gengis Khan e tão somente. Para além disso, tem muito mapa, fotografias (coloridas), referências bibliográficas, dicas de equipamentos; essas coisas tão caras aos que se aventuram, seja por atos ou palavras. Mais não digo; quer saber, compra o livro, lê e depois conta o que achou. O meu não empresto, sorry.”
(Demétrio de Azeredo Soster)

“Como nos outros livros do autor, fiquei extasiada! A forma de contar do trajeto, de falar da história, do local, de valorizar cada detalhe, nos faz mergulhar e viajar junto! Esse livro é um convite, uma provocação à reflexão sobre a maneira de encararmos nossa caminhada nesse mundão.”
(Solange Carreiro) 

“Os grandes viajantes e exploradores não merecem reverência por longas viagens que fizeram, por perrengues ou causos engraçados ou por uma coleção de fotografias, mesmo que lindas. Eles trazem de volta conhecimento, deixam amigos e admiradores por onde passaram, despertam curiosidade e vontade de ação. Relatos de aventureiros comuns são como um colar com algumas contas interessantes, uma sucessão de casos e episódios, em geral vividos no afã de aproveitar o tempo. O fio costuma ser muito frágil e degrada rapidamente. São relatos que não perduram, não se fazem relevantes. Grandes viajantes e exploradores enxergam um mundo interessante em cada detalhe que observam. Nos seus relatos estarão presentes o relevo humano, histórico e das ciências naturais. Mais que profundidade, um grande relato recria um panorama multidimensional. Descemos e subimos montanhas e vales, sentimos medo com as situações preocupantes e júbilo com as superações e realizações. Somos instigados pelas mesmas dúvidas do autor e comemoramos quando uma decisão inicialmente incerta se mostra acertada. Damos risadas com as passagens cômicas. Choramos com as desventuras alheias. Somos envolvidos pelo seu jogo, seu ritmo, suas flutuações e pulsações. Um grande relato não se aplica apenas a um lugar ou momento, mas projeta sua luz à frente dos caminhos de seus leitores. Se a vivência direta da aventura transforma o aventureiro, o grande relato tem o poder de transformar que o lê com mente e coração receptivos e atentos. TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA, de Guilherme Cavallari, tem essas qualidades. Cativa-me especialmente o fato de que o autor trafega não só pelo terreno natural, mas também pedala através da história e da cultura do povo Mongol. A bicicleta, sempre presente, não é o personagem principal, embora fundamental para colocar o aventureiro imerso no meio. O foco maior parece estar no mundo a ser percorrido e na interação humana, nos seus mais variados matizes. O autor interage o tempo todo com os habitantes e com o seu legado de cultura material e espiritual. Não hesita em contatar outros viajantes ou estrangeiros trabalhando no país. Essas interações são responsáveis por muito do sucesso da empreitada e por várias mudanças importantes de roteiro. Enfatiza os incontáveis episódios que revelam a vontade de colaboramos uns com os outros. Ao mergulhar na natureza, ele renova não só nosso encantamento com os grandes cenários naturais e seus mais belos detalhes: resgata nossa humanidade. O fato de uma parte importante da população da Mongólia ser nômade, já a coloca de certa forma ao lado de um viajante solitário. Uma das grandes belezas que o livro me trouxe é a de enxergar esse povo como um exemplo importante de um modo de vida integrado à natureza, uma espécie de reserva, que preserva um conhecimento milenar, importante não só porque se liga às nossas origens, mas porque sugere caminhos para nosso futuro. O livro me fez passar horas olhando mapas da Mongólia, vídeos feitos por pessoas de lá sobre sua culinária e seu modo de vida. Volta e meia me pego retornando para resolver uma curiosidade ou rever meu entendimento. O que mais pedir de um grande texto? Estou emocionado e me sinto amigo de toda pessoa que ler esse livro. Teremos uma vasta experiência em comum como assunto.”
(Augusto Froehlich)

“Uma das minhas grandes paixões, além de trilhar, é ler. Sou fã do jeito que Guilherme Cavallari planeja suas travessias. Gosto principalmente da preparação que ele faz, não só fisicamente e mentalmente, mas também intelectualmente. Antes de partir para essas grandes aventuras ele pesquisa tudo sobre o lugar. E quando está lá, conversa com moradores, entende seus estilos de vida, seus costumes, tudo sem julgamentos. A Mongólia agora ganhou outro patamar no meu imaginário. Quero ser como Guilherme quando crescer. Obrigada pela jornada! Foi sensacional e inspiradora!”
(Leslie Beatrice Diorio)

“Uma obra que vai além da exposição de uma aventura sobre duas rodas, nela podemos conhecer com riqueza questões históricas e culturais da Mongólia e região, seu legado, e aprender com dicas preciosas sobre cicloturismo, acampamento selvagem, gestão, logística, comunicação e relação humana. Nessa viagem transcultural, é impossível não se encantar pelo estilo narrativo, percebe-se nele o zelo que o autor teve por cada um nós, leitores.”
(Iransé Oliveira)

“Adorei É o tipo de leitura que me faz viajar junto! Senti frio, preocupação, alegria…. Tudo junto com o autor, apesar de estar bem abrigado e protegido. Um livro acachapante!”
(Lucas Magrini de Lima)

“Adorei o livro! Uma história que mostra que só filmes seguem roteiros, a Mongólia não se importa com o quanto você ja viajou pelo mundo, ela continua selvagem e faz as regras. O que seria da aventura sem imprevistos, achados inesperados e frustrações?”
(Elton Sousa Miranda)

“Viajei junto e desfrutei dos lugares descritos no livro. A qualidade das fotografias é excelente.”
(Luis Macedo) 

“Amei! Pedalei com o autor em cada página e com os olhos fixos no mapa a cada mudança de rota. Sofri, senti medo e frio! Mas também me diverti! Encantei-me com a cultura, a hospitalidade e a generosidade do povo mongol e a beleza de suas crianças. Guilherme Cavallari soube, com grande maestria e em uma linguagem simples, exprimir toda sua vivência de alegria, sofrimento, ansiedade, raiva, encantamento e espiritualidade! Acima de tudo, soube nos presentear com uma grande aula de história!”
(Iara Caputo)

“Viajar com o autor de bicicleta através da Mongólia foi uma aventura alicerçada no tripé desafio, filosofia e história. Uma aventura neste lugar remoto e pouco conhecido por brasileiros; muitíssimo bem temperada com belíssimas paisagens e cenas típicas de brecar o fôlego de um verdadeiro Indiana Jones. Uma leitura indispensável para quem deseja excelente entretenimento que nos leva a expandir o limite humano e pensar fora do invólucro que nos envolve.”
(Max Rocha Quirino)

“Muito legal o livro! A leitura me engolia em todos os momentos de reflexão, as aulas de história e as garrafas quebradas de vodca que surgiam a cada pedalada. Política, conforto, desconforto, liberdade, opressão, sedentarismo, aventura… Opostos mais próximos do que imaginamos.”
(Bruno Negreiros)

“Terminei de ler o livro no mesmo dia em que fiz 60 anos e completei 600km de bicicleta em 10 dias, para comemorar meu aniversário. Meus 600km ajudaram a perceber o tamanho da coisa. Pedalei por percursos conhecidos e voltava para casa todo dia, com banho quente, comida, cama e roupa lavada. No caso do autor não haviam essas mordomias. Atravessar a Mongólia de um lado a outro por caminhos não completamente conhecidos foi uma façanha digna de poucos. A Mongólia tem uma história incrível e o livro mostra que, mais importante que ter todo o caminho completamente definido, é saber onde se quer chegar, ter conhecimento e flexibilidade para escolher os melhores caminhos. Como o autor escreveu na dedicatória do livro para mim: Às vezes é preciso ir longe pra chegar perto de quem somos… Parabéns!”
(Alexandre Fialho)

“A mistura ideal entre biografia, história, política, comédia e filosofia. Cada página faz parar e refletir. Anoto coisas, abro mapas, faço buscas na internet, leio trechos de outros livros, enfim, vou entremeando a leitura com vários penduricalhos. No final, sinto que enriqueci muito! E acrescento mais tijolinhos nos planejamentos futuros! Muito obrigada por compartilhar suas aventuras, estudos e pensamentos com a gente!”
(Juliana Schlaad)

“É impressionante como o autor é habilidoso em nos transportar para dentro da sua narrativa. Dá para sentir como se o estivéssemos acompanhando durante a viagem. É muito legal sua capacidade de descrever os ambientes, as intempéries, as pessoas, a cultura. A leitura é um momento muito rico e de imenso prazer. São livros para serem lidos mais de uma vez! Parabéns por tamanha originalidade. Em tempos onde quase nada se cria e quase tudo se copia ser original é uma grande qualidade!”
(Vanessa Moreira)

“O livro é realmente muito bom. Daqueles que dá pra ler uma puxada só. Consegue ao mesmo tempo ser um livro de aventura e história. Adoro essa mistura de relato da aventura com a historia do lugar. A descrição exata da paisagem e das pessoas encontradas pelo caminho, fez com que eu tivesse a impressão de estar viajando junto. As questões filosóficas abordadas, assim como a história e a cultura do povo, influenciam o presente e o futuro da Mongólia e deixam o livro ainda mais interessante. Esse é muito mais que um relato de viagem.”
(Mox Kenzler)

“Gosto da escrita e das histórias do autor. Desafios me fascinam. O que leva as pessoas a se colocarem frente ao desconhecido? Adrenalina? Incertezas? Testar seus limites? Tudo isso, acho, mais o desejo de se conhecer e vontade de viver. Admiro a trajetória e a história do autor.”
(Mônica Kestener)

“Eu não li, apenas, eu viajei, filosofei, aprendi com esse livro! Me encantei, me espantei, me alegrei e contemplei todas as paisagens que o escritor/viajante descrevia. Por vezes, fechava o livro e ia pesquisar no Google: queria ver a imagem do cavalo mais antigo, rs… Gratidão por enriquecer meu saber, por distrair meus pensamentos durante os dias de pandemia com tanta maestria, leveza e comprometimento. Que venham mais viagens e mais livros!”
(Maria Fernanda Amorim Silva) 

“Guilherme Cavallari é um dos maiores escritores brasileiros de literatura de viagem. Esse livro vai muito além de um simples diário, tão comum hoje em dia. Esse é o terceiro livro do gênero do autor. Foram 121 dias viagem, sendo 61 dias pedalando e 3633 km! Intensivão sobre aventuras, perrengues linguísticos, ciclísticos & variados. De bônus, a Mongólia contemporânea e histórica para quem sabia no máximo que lá teve Gengis Khan e perambulam nômades.” 
(Rangel Celso Souza)

“O livro é algo indescritível. Gengis Khan sempre povoou a minha imaginação, suas invasões bárbaras. Saber como vive este povo através do livro foi muito legal. Saber que o alcoolismo é endêmico, saber que o país está se modernizando e correndo o risco de perder a sua identidade. Gosto das epifanias do autor.”
(Francisco Odilon Guazzelli Filho) 

“Fascinante! Primeiro, pelas aventuras enfrentadas, situações que me fizeram gargalhar e ao mesmo tempo me deixaram apreensiva. Uma aventura contada com tanta riqueza de detalhes que me senti, muitas vezes, presente nessa expedição. Senti calor, frio, vi as montanhas, entrei nos “ger”, jantei com famílias nômades e, à noite, sentia o vento batendo em meu rosto. Segundo, pela história desse país fantástico que eu mal sabia ao certo sua localização no mapa. A história de Marco Polo que me estimulou a assistir a série e que também me estimulou a comprar o livro, além da influência Russa, o preconceito com os chineses, guerras, etc. Obrigada por proporcionar, através das palavras, uma viagem tão fantástica como essa!” 
(Maryta Cerávolo)

“Uma aula de história sobre rodas. Misturando fatos históricos com as universais situações vividas por cicloviajantes de aventura, ora hilárias, ora tensas e em certos momentos tristes, a leitura desperta o mesmo prazer de pedalar. A história da terra, juntamente com as experiências vividas durante a travessia autossuficiente de bicicleta, são um prato mais que cheio para quem deseja uma leitura de qualidade em todos os sentidos.”
(Luciano Fishborn)

“Imprescindível! Achei muito legal a narrativa dinâmica. É muito difícil condensar tanta experiência e o autor mandou bem!”
(Don Ramirez)

“Ótimo relato de como a experiência da aventura pode ser muito mais que uma atividade física: contato com outras culturas, outros povos, outras histórias pessoais e coletivas. O livro é também um mergulho para dentro de si e uma oportunidade de examinar os próprios valores. Oportunidade também de compreender as diferenças e a diversidade humanas. Oportunidade de, com planejamento e arrojo, ampliar os limites físicos e mentais de cada um.”
(Ariosvaldo Figueiredo Santos Filho) 

“Repito e sublinho tudo que os outros leitores já disseram aqui, mesmo porque sou fã de longa data. Acho que essa foi a melhor viagem do autor, especialmente pelos contatos tão próximos com o povo Mongol. Após a leitura senti-me conhecedor de uma nação antes longínqua. Agora quero saber mais e mais da Mongólia. Guilherme Cavallari se superou na ousadia de seus périplos e na qualidade do seu texto. Cada vez mais ele sabe contar uma boa história. Muito conhecimento local e ampla experiência profissional. E principalmente uma mente séria. Mais inteligência, clareza, refinamento estilístico e fluência. Menos psicologia íntima e mais filosofia ponderada do ser humano. Com muita honestidade objetiva e sinceridade interior, sem muito drama e bem temperado com humor. Sua busca contínua pelo resolução de dilemas cósmicos nos torna cúmplices ou parceiros, seja a favor ou contra. Comovente mesmo, como nos erros que ele promete evitar mas sabe que vai repetir. E as fotografias… Ah, as fotografias! Que beleza! Além de apuro técnico elas entraram no patamar artístico de sensibilidade.”
(André Gurgel, autor do livro MEU PRIMEIRO GPS)

“Lindo relato. Muita historia e cultura. Decorei os nomes das cidades.”
(Darlyn Vailatti)

“Adorei esse livro. A leitura foi tão prazerosa e envolvente que terminei em poucas semanas.”
(Carlos Dantas Alves) 

“Mais um livro maravilhoso e que trás um trabalho sem precedentes do Guilherme Cavallari em pesquisas históricas, geográficas, do bioma local, etc. Parabéns pelo excelente trabalho e que venha a próxima aventura.”
(Felipe Octaviano) 

“Curto muito os livros desse autor, especialmente esse de Mongólia. Quando morei na China não consegui visitar o país, mas agora acho que conheço a Mongólia pelo menos um pouco, melhor até do que se tivesse visitado como turista.” 
(German Maya)

“Tive a oportunidade de ler TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA e me diverti muito. As informações sobre a Mongólia não chegam com facilidade até nós, gostei da forma de escrever/descrever do autor, isso despertou meu interesse em ler mais sobre o país e quem sabe visitá-lo. Gosto de aventuras, menos radicais nesse período da vida, mas consigo entender perfeitamente o tipo de sentimento descrito no livro.”
(Antonio Carlos Soares)

“Para quem tem uma sementinha de aventura na alma, TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA é muito inspirador. Através dos relatos me senti transportada para a Mongólia e pude ver, por intermédio da vivência do autor, as diferentes paisagens, o povo hospitaleiro e amigo, uma cultura milenar que vem se mantendo graças à força de suas tradições. Parabéns pelo livro!”
(Vania de Araujo Soares)

“Um dos melhores livros de literatura de aventura que já li!”
(Juliana Schlaad) 

“Uma vez mais, Guilherme Cavallari nos transporta no tempo, geografia, cultura, culinária, estilo de vida, solidão e vida interior de um nômade em bicicleta. Li já os três livros de suas aventuras literárias: TRANSPATAGÔNIA, HIGHLANDS, e agora TRANSMONGÓLIA. Compartilho com muitos dos comentários dos colegas que estão aqui, o estilo cativante do autor nos traz experiências dessa vida em cada linha, rindo, sentindo o frio, o vento, o calor, a convivência com o povo nômade. É interessante destacar o estado espiritual do autor em cada uma dessas três obras, onde encontra uma sinergia profunda com cada lugar transitado. Isto pode refletir, a priori, o estudo prévio e cuidados que o autor coloca em cada obra ao referenciar antigos autores que descrevem a história, a geografia, a antropologia de cada lugar. Vou confessar que o meu livro preferido, apesar de ser fã de coração do cicloturismo, foi a grande aventura de hiking das Highlands, isto pela emoção interior que aflora muito nas linhas do autor. Em TRANSMONGÓLIA, desfrutei em cada página, da imensidão de uma terra solitária onde os nômades seguem o fluxo da vida regido pelas condições climáticas, pela natureza do lugar, onde o nômade de bicicleta se identifica…. Mas, a história milenar dessa cultura, carrega uma marcante pegada de sangue e dores alheias, impossível de não serem relatadas, coisa que o autor faz com muita seriedade e respeito, sem preconceitos, apenas buscando e citando os manuscritos mais antigos e nos mostrando a história tal como foi. Cada leitor fará sua própria reflexão interior. Nesta obra, sinto que Guilherme Cavallari se consagra como um autor de referência deste gênero no Brasil, uma honra de conhecer ele e seguir seus relatos e aprender com cada uma de suas obras.”
(Marisa Fabiana Nicolás) 

“Li assim que saiu do forno e super recomendo! É muito mais que uma aventura de bike, é um curso intensivo de história.”
(Elio Ramos Borges) 

“Muito foda!”
(Alex Nunes Patueli) 

“Um épico! Uma grande aventura que me inspira a ser melhor, sempre! Obrigado ao autor por compartilhar essa história! Ansioso por mais!”
(Claudio Furtado) 

“Li TRANSMONGÓLIA em dois giros de pedal – isso é, em dois dias. Para ser preciso, comecei às 6h de uma manhã, logo depois do café, e acabei às 4h da tarde do dia seguinte, lamentando, como quando estou num bom livro, desde que era moleque, cada interrupção para preparar comida, comer, tomar banho, dormir, cumprir qualquer obrigação. Quando vi que faltavam 40, 30 páginas, pensei em parar e ler outra coisa para adiar o fim. É sensível o quanto o autor absorveu da viagem e dos livros, e o quanto aquela e estes o prepararam para contar e, talvez melhor, para mostrar ou, ainda mais certo, para arrastar o leitor para tempos medievais e soviéticos, pelas estepes e taigas, pelos imprevisíveis cursos d’água, ruas empoeiradas, sítios arqueológicos, museus e o interior das tendas e dos mongóis. Está claro que há ali muita história, geografia, relatos de aventuras, mas, mais ainda, muita literatura na habilidade de contar e costurar um material tão vasto como as planícies atravessadas e as vistas experimentadas. As imagens (não as fotos, as imagens “fingidas” com palavras) funcionam tanto que, várias vezes, buscando, depois de uma passagem, a figura da deusa Tara de Zanabazar, com suas curvas, ou daquele deus-demônio aos pés do Barão Ungern von Sternberg, do cavalo de Przewalski etc, achava a descrição mais impressionante que a imagem. De fato, senti o cheiro dos peixinhos inteiros saindo da lata num dos primeiros jantares. O livro também me enriqueceu com tantas referências e me peguei procurando por Käte Kollwitz (uau!) e pelos livros do Tschinag – que porrada o trecho citado! No final, fiquei fuçando a Mongólia pelo Google, seus artistas, museus, culturas. Fiquei um pouco alucinado com as possibilidades de uma viagem fora da estrada e pensando muito, muito em tudo que, do livro, me atravessou. Fico agradecido pela experiência proporcionada, por tantas vezes que parei a leitura e levantei os olhos da página para ruminar, divagar, arranjar um lugar para a novidade dentro de mim e rearrumar os armários do que precariamente sei do mundo.”
(Fernando Maués, professor de literatura)

“Gostei demais da leitura, certamente é um livro que irei indicar aos meus amigos. Lembrei da frase do Alexander Supertramp, que escreveu em seu diário que a alegria só é real quando é compartilhada, imagino que escrever seja parte da alegria do autor também.”
(Bruno Haller)

“Finalizei a poucos dias a leitura do livro. Sensacional a imersão que ele proporciona, na medida que se adentra no interior da Mongólia. É um exercício de imaginação literalmente para o leitor. Gratidão por compartilhar essas aventuras!”
(Daniel Geraldo Costa Ramos)

“Gostei muito. Desde a capa, que ficou muito boa, além das fotos impecáveis e o próprio conteúdo. A leitura flui e desperta curiosidade, o livro faz interfaces valiosas, principalmente para quem não tinha nenhum conhecimento sobre a Mongolia. O mapa na contra capa me salvou. Não conseguia gravar os nomes de cidades ou dos locais históricos e o mapa me reconduzia na trilha. É interessante que ao longo da jornada o autor vai se questionando, não cai no automático como acontece na rotina alienante.”
(Guiomar Silva Lopes)

“Foi com desconfiança que encarei TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA e a cada página ia entendendo que não estava lendo apenas o relato de aventura e sim um livro de um excelente autor, cheio de recursos, com um texto fluido e que por um acaso, também é aventureiro. Guilherme Cavallari narra detalhes logísticos da sua trip sem cair no tédio, vai desvendando a cultura e história da Mongólia aos poucos, e dessa forma se surpreendendo e se fascinando, passando esses sentimentos ao leitor de forma envolvente. TRANSMONGÓLIA e seu autor aventureiro provam que livros de aventura podem sim ir além da experiência em si e serem livros deliciosos de ler, uma excelente literatura dessas que a gente vai “economizando” as últimas páginas para adiar o final.” 
(Kiko Araujo, escalador, sócio do canal GEARTIPS OUTDOOR no Youtube

“Nesse livro, além das informações sobre o país a gente acompanha o viajante e suas relações com as pessoas desse país tão diferente do Brasil. Mas pessoas são pessoas em qualquer lugar do mundo. Na aventura o ciclista se depara com pessoas boas e pessoas ruins. Uma das minhas partes preferidas é como Guilherme resolve um grave problema mecânico com a ajuda de um amigo feito durante a viagem. Eu tive um problema mecânico bem semelhante e morando na capital do Brasil, com oficinas e pessoas a disposição levei mais de um ano para resolver. Um livro que faz a gente querer botar alforjes na bike e sair pra viajar!”
(Filipe Araujo Soares) 

“Tentei ler devagar e mais uma vez agradeço e elogio o empreendimento do autor. O livro agregou uma imensidão de conhecimentos. No aguardo do próximo!”
(Josmar Garcia)

“Esse livro é massa demais! Além da aventura, aprendemos muito sobre história e cultura dos Mongóis!!!”
(Gustavo Messias)

“Excelente leitura. Recomendadíssimo!”
(Marcio Sartori)

“Engana-se quem julga o livro pela capa, pensando tratar-se apenas do relato de uma grande cicloviagem de aventura; muito longe disto, TRANSMONGÓLIA é um mergulho profundo na história do país, do passado à contemporaneidade além da real experiência do autor. Te faz pedalar e estar junto nesta incrível narrativa dotada de realidade e pitoresco senso de humor. Tiro meu capacete para este phodástico amigo aventureiro pedalante que tem nas veias o verdadeiro sentido da vida! Para todos aqueles que se permitem sair da mesmice da vida, ainda que seja viajando num livro…”
(Dathis Rankin)

“Sensacional! A narrativa é excelente, o conteúdo histórico incrível faz o leitor viajar duplamente.”
(Renato Serigni)

“Narrativa de viagem ou aula de história? Ambos. TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA me entregou as duas perspectivas de uma forma muito bem equilibrada. Por muitas vezes, concentrada nos relatos históricos e culturais da Mongólia, me esquecia que o autor estava em cicloviagem. Por outras vezes, refletia sobre a vida enquanto estava pedalando com ele (e como a mente vai longe durante nossas cicloviagens, não é mesmo?!)”
(Karin Franco) 

“A leitura dos livros vai além da mera aventura. A riqueza do conteúdo, os relatos dos contatos com os locais, a história e cultura minuciosamente detalhadas propiciam um mergulho no conhecimento. Nessa era dominada por textos efêmeros e postagens superficiais, os livros do Guilherme Cavallari oferecem uma experiência de imersão profunda. É como se eu estivesse no bagageiro da bicicleta de um explorador e professor de histórias.”
(Alexandre Palmieri, KAMPA EQUIPAMENTOS)

“Mais uma grande aventura! Mais um grande livro! Foi muito bom viajar no relato desta incrível jornada pela Mongólia, aprender sobre a história e a cultura deste país tão singular, refletir sobre o consumismo ocidental e seus contrastes com a cultura nômade das estepes. cruzar com lobos e cavalos selvagens… Incrível! Parabéns mais uma vez pelo excelente trabalho!”
(Marcelo de Oliveira Sindeaux)

“Gostei muito! Depois de ler fiquei curioso sobre o país e assisti alguns documentários sobre a Mongólia.”
(Guilherme Vignini)

“Franco relato das peripécias ciclísticas do autor, que se desnuda na travessia de rios, na busca emocionante pelos pilares da história secular do país e até beirando o jornalismo gonzo, quando sai na mão com mongóis encharcados de vodca. Diversão garantida!”
(Damião Santana)

“Este livro é uma verdadeira jornada pelos desertos e pela fascinante história da Mongólia. Com base em uma sólida pesquisa e rica referência bibliográfica, o autor traz descrições detalhadas e envolventes dos lugares (que parecem ser de uma beleza estonteante), enquanto entrelaça histórias marcantes que ocorreram nesses cenários. Uma leitura que recomendo!”
(Roberto de Souza Junior)

“O quê dizer sobre essa expedição para a Mongólia??? Li tudo que Guilherme publicou… TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA é um convite a pedalar. Pela ótica do imaginário, que somente quem lê sabe, eu me vi viajando ao lado de Guilherme, partilhando cheiros, sabores, lugares e gentes. Fecho com uma frase que Guilherme, sem saber, tonou-se o meu mantra: “a é vida muito curta para ser insignificante.” Bora viajar!”
(Ronildo Almeida)

“Suas aventuras são inspiradoras, acredito nesse formato vivo de despertar o potencial adormecido de outro ser humano. Sou exemplo: após ler TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA comprei uma bike e já pedalei o tanto que jamais imaginei. Obrigado!”
(José Antônio Graziel)

“TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA é uma obra prima da aventura, não só pela capacidade que o o autor tem de nos transportar para lugares que jamais imaginamos, mas também pela riqueza nos detalhes de uma região, onde as pessoas vivem com muito pouco. Ao ler o livro e assistir o documentário pude me conectar com duas narrativas totalmente diferentes. Uma mais visual, e com cortes necessários para a edição de um vídeo, e outra mais detalhada, nos contando um pouco de como foram os pensamentos e devaneios do autor enquanto pedalava por uma das regiões mais incríveis do mundo. Fiquei particularmente muito feliz em conhecer um pouco mais da Mongólia, sua história e a forma simples com que as pessoas vivem naquele país.”
(Rafael Colucci)

“Terminei com muito pesar a leitura de TRANSMONGÓLIA: GENGIS KHAN NA GARRAFA DE VODCA.. Além de um excepcional aventureiro, Guilherme é também um escritor nato. Ele narra com muita clareza e sabedoria, fica difícil largar o livro. Acredito que fiquei conhecendo a Mongólia muito melhor do que se estivesse feito turismo por lá. Gratidão por compartilhar conosco tanto conhecimento!”
(Antonio Sanches Torres)

“Que relato! Que experiência! Este é daqueles livros que seguem reverberando, que não são concluídos na última página. Livros que abrem a porta para muitas perguntas: Será que precisamos de tudo que possuímos? O conforto é um entrave? Conseguiria eu, viver nas mesmas condições? No trajeto da evolução (ou “desenvolução”) em que ponto perdemos nossa confiança no outro, nossa generosidade? Onde deixamos nosso fogo nos olhos? Estas e muitas outras perguntas seguem conversando comigo. Posso dizer também que este é um livro verdadeiro, respeitoso, onde viajamos na garupa por lugares ermos e desconhecidos, mas que aos poucos vão sendo criados em nosso imaginário, tornando-se lugares queridos. Morri de vontade de sentir o vento no rosto ao pedalar pelos cenários e de ver o brilho no rosto das crianças, da emoção em pisar em lugares históricos e conectar alguns sentimentos perdidos (ou escondidos) em nosso interior. A distância da narrativa é um dos pontos altos do livro. O autor dosou de forma meticulosa essa medida. Não é um texto jornalístico e impessoal, mas também não uma dissecção de sentimentos e julgamentos culturais. A narrativa deixa espaço para que o leitor faça suas próprias impressões e conclusões. Este estar perto e longe, ao mesmo tempo, é fundamental para que a transcrição seja verdadeira. Quanta sensibilidade! O texto nos leva pela mão, nos apresenta uma Mongólia crua e verdadeira, mas as conclusões ficam neste lado de cá da página. Estar imerso na cultura e usar os parâmetros dela mesma para nos localizar é de uma delicadeza ímpar! A riqueza material passa a ser apenas medida por ter leite no chá ou não, enquanto a riqueza humana é vista a cada recepção, a cada alimento partilhado. Estas e muitas outras formas de relato são lindas de serem sentidas. Respeito! Quanto respeito em cada linha. Sou feliz por ter conhecido a Mongólia através dos olhos do autor, nas três artes: através do filme, do livro e do relato pessoal. Não poderia dizer qual a melhor. Diferente de muitos livros e filmes onde as duas artes concorrem, neste caso, as 3 artes ( conto como arte o relato também) são complementares. São a visão de um mesmo indivíduo frente à uma cultura enigmática e muito diferente da que estamos acostumados. Com a escrita fluida somos capturados para dentro do trajeto, e se torna um prazer pedalar, acampar e partilhar da vida nômade pelos tantos quilômetros da jornada, que baita experiência! “Distancias são relativas. Tudo parece se resumir a calibrar nossa bússula interior” Amei como o livro abre, e fecha com um mesmo assunto. Antípode. O oposto. O ponto mais longínquo. A conclusão do livro joga por terra a noção que temos do que a nós é próximo ou distante. As vezes nosso interior é o lugar mais afastado que podemos imaginar, e é preciso experimentar grandes distancias para nos levar para casa, a casa que habitamos dentro de nós mesmos. A Mongólia, agora, pra mim, não é mais somente um local ermo no mapa, esquecido pelo mundo. É um lugar que agora conheci. Um lugar pulsante, único, de um povo resiliente, generoso e que seguirá causando muitas reflexões.”
(Angelisa Favaro Benedetti, autora do livro PARA CADA AMOR O PESO DA EXISTÊNCIA) 

“Esse livro me chamou muito a atenção porque mostra uma realidade completamente diferente. A viagem acontece na Mongólia, onde o autor pedala por enormes estepes e muitas vezes nem existe estrada, apenas campos abertos e o horizonte para se orientar. Uma das partes que achei mais interessante foi o contato com os nômades mongóis, que vivem em tendas e recebem os viajantes com muita hospitalidade. Ele conta várias situações curiosas, como os momentos em que é convidado a tomar vodka com os moradores, algo que faz parte da cultura local. Mesmo passando por isolamento, frio e longas distâncias, o autor narra tudo de um jeito leve e até engraçado, mostrando que viajar também é aprender a lidar com imprevistos.”
(Endrigo Dall’Alba)

Informação adicional

Peso 0,490 kg
Dimensões 23 × 16 × 2 cm

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